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domingo, 30 de agosto de 2009

Confesso que me surpreendi...

Antes dos dois últimos filmes, não gostava de Batman. Não sei porque, mas não curtia muito o homem morcego. Os filmes me fizeram gostar dele, mas o novo jogo me fez virar um fã (paga-pau). Estou falando de Batman: Arkham Asylum, produzido pela Eidos para Xbox 360, Playstation 3 e PC. É simplesmente um dos melhores jogos do ano (na minha humilde opinião). É melhor que Prototype, por exemplo.

O jogo é completamente diferente dos outros jogos do Batman já produzidos. O vilão principal é o Coringa, que logo no inicio, está sendo levado pelo Morcegão para o Arkham Asylum (uma penitenciaria para loucos). Lá o palhaço escapa e provoca um rebelião sem precedentes, e cabe ao nosso homem Morcego resolver a parada. Um lance que eu achei muito legal, é que pelo fato de o Coringa ter libertado todos os internos do Arkham Asylum, você acaba se deparando com uma série de inimigos antigos do morcegão.

Segue abaixo, dois vídeos pra que vocês possam dar uma curtida:




Se aparecer a oportunidade de jogar esse jogo, não a desperdice.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Carnificina cabulosa...

Comecei a jogar o Prototype ontem, e o jogo é simplesmente um dos mais violentos que joguei em minha vida, cabuloso. Não não estou reclamando, apenas comentando, porque mesmo com isso digo que o jogo é muito loco. Outro cheio de ação do inicio ao fim.


Postado por: Rodrigo

Terminator - The Salvation

Zerei ele nesse final de semana. Jogo muito, mas muito bom mesmo, ação do inicio ao fim. A história do jogo se passa antes do filme, você controla John Connor qando ele ainda nem era um comandante, era apenas um peão que recebia ordens. O Jogo tem alguns bugs, mas nada que atrapalhe a diversão que infelizmente é muito curta, acho que completei ele em umas 4 horas aproximadamente.


Postado por: Rodrigo

sábado, 13 de junho de 2009

Tom Clancy's H.A.W.X

É o jogo da Ubisoft que estou curtindo atualmente no Xbox 360. Jogo muito bom, ideal para os fãs de Ace Combat. Mas confesso uma certa frustração, pois apesar do jogo ser bom eu esperava algo mais... não tenho palavras para descrever. Não tem como eu compará-lo ao Ace Combat 6 porque não joguei esse ainda, mas de longe eu prefiro os antigos Aces para PSOne e PS2.

Jogar nos céus do Rio de Janeiro foi bem interessante.


Obs: tem ele pra Playstation 3 também

Postado por: Rodrigo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ação Relâmpago

Ontem na E3 finalmente foi anunciado o título do novo projeto de Kojima, Metal Gear Solid: Rising. O mais interessante do anúncio é que o game será lançado para Xbox 360 (!!!), assim como PS3 e PC.


Contudo ainda há questões a serem respondidas, como o significado da mascara neste site teaser, e o subtítulo Lightning Bolt Action, que pode ser a mudança do estilo espinagem tática (Tactical Espionage Action) para uma ação mais "frenética", por assim dizer. A data de lançamento não foi anunciada.

Postado por: Thiago

Retribuição

A surpresa é o tempero do sucesso, essa frase se aplica muito bem a Resistance: Retribution, game exclusivo para PSP lançado em Março deste ano. Surpreendeu por ser, diferente do primeiro título da franquia para Playstation 3, um game realmente acima da média (talvez por não ter tido expectativas). Outro motivo de surpresa foi o fator exclusividade, em épocas onde são quase nulas, dando uma sobre-vida ao PSP que, convenhamos, não é muito feliz no quesito “bons títulos únicos”.

Algumas mudanças adaptaram o game para PSP, mudanças que fizeram diferença na boa aceitação do game, começando pelo gráfico e som que usaram bem a capacidade do portátil. A ação está consideravelmente estável, migrando do estilo 1ª pessoa para 3ª, e os controles bem adaptados ao limitado console do portátil. O protagonista se movimenta através do pequeno analógico, os tiros são disparados pelo R acima, enquanto os outros botões são responsáveis por ações como recarregar arma, ativar botões, trocar arma. A resposta para os comandos são rápidos e o sistema de mira automática facilita o avanço do jogo. Outro ponto que facilita o game é a inteligência artificial fraca, com ações inimigas muito previsíveis, não exigindo muito na tomada de decisões.

Vamos a trama: os fatos de Resistance: Retribution acontecem entre o primeiro e segundo título do PS3, onde James Grayson (ex-combatente do exercito britânico) depois de matar o próprio irmão por conta de uma infecção causada pelos invasores, vai atrás dos Chimeras procurando vingança. Em meio à esse fato, uma história envolvente se desenrola, com os Chimeras avançando na invasão e o exercito britânico enfrentando a ameaça e intervindo na tentativa do protagonista em alcançar seu objetivo.


Para finalizar, vale destacar o modo de interação com o PS3 chamado Retribution Connect, que faz conexão com o game Resistance 2, desbloqueando extras, como novas armas e novos cenários, chamando a atenção para o replay do game. Com essa conexão ainda se pode usar o DualShock 3 ou Sixaxis para jogar o Retribution no PSP. Outro destaque é o multipayer, que coloca a disposição grande quantidade de modos (entre eles, Deathmatch, Capture to Flag e Last Man Stading), seja por rede local ou online. Realmente eu não esperava tanto desse Resistance portátil!!!

Postado por: Thiago

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nova missão de Snake...

Nós do Final Level como fãs da série Metal Gear, estamos sempre no encalço do mestre Hideo, e a pouco tempo mostramos uma página com o que seria o próximo game da Kojima Productions. Em meio à zeramentos de cronômetro e cenário chuvoso foi revelado (ou pelo menos confirmado) um novo Metal Gear Solid.

Na minha analise, pela imagem que aparece rapidamente no site teaser da Konami, parece se tratar de um enredo protagonisado por Big Boss. Com relação à plataforma deste jogo, tudo leva a crer que será o PS3 (talvez não exclusivo), já que o próximo número da revista japonesa Famitsu (que sai no final do mês) dedicada as plataformas da Sony, teria este novo MGS em suas páginas. Agora basta esperar mais informações, lembrando que a E3 está aí e com certeza estaremos ligados!!

Postado por: Thiago

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pensei que tinha ido à lona

Quando a gente menos espera olha quem retorna!!! Quem diria que 15 anos depois de Super Punch-Out!! (SNES) iriamos ver o jovem boxeador Little Mac outra vez!?!? Pois é, esse mês saiu Punch-Out!! Wii, como o próprio título diz é a mais nova versão lançada para o atual console da Nintendo.

A Nintendo prima pela simplicidade, e se for apoiada por um pé de influência aos clássicos então...Punch-Out!! Wii está mais para um remake do original lançado para Nintendinho, do que uma seqüência de “Super PO!!”. As grandes novidades ficam mesmo no gráfico 3D em Cell-Shading, que dão ao jogo o humor que combina bem ao estilo desenho animado; e os reforços dos controles Wii Remote, do Nunchuck e ainda do Wii Balance Board, que apesar disso, não muda em nada a engine do game, comparado ao primeiro Punch Out!!.



O jogo em si conta com 13 lutadores, menos que a versão para SNES que possui 20, a grande maioria velhos conhecidos dos gamers mais antigos, podendo ser jogados no modo carreira, onde Little Mac precisa ganhar 3 campeonatos para se consagrar campeão. Também há os modos de exibição (luta simples) e multiplayer, que desanima por dividir a tela. Algo que chama a atenção é o fato de, ao final do modo carreira, defender o cinturão enfrentando os outros lutadores, dessa vez em um nível mais difícil.


Fico feliz em ver a volta de um game que fez parte da minha infância (assim como outros que posto aqui), pra mim é a celebração do sucesso de 20 anos atrás, visto que tem mais características que remetem a versão para o 8bits da Nintendo, comparando a versão SNES. Desconsiderando altos e baixos vale a nostalgia e a diversão proporcionada.

Postado por: Thiago

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Posso realmente ser o herói?

Já deve ter ficado claro que sou fã dos antigos jogos de plataforma em 2D que fizeram parte da minha infância (bons tempos aqueles de Super Mario 3), a pouco tempo me deparei com um game de PSP que me chamou a atenção. Lançado em Fevereiro deste ano, Prinny: “Can I Really Be the Hero? segue bem a linha dos games clássicos em 2D para as plataformas 16bits (SNES e Megadrive) e até alguns títulos do PsOne, como Klonoa, por exemplo. Apesar dos gráficos simples, são bem trabalhados com texturas estilizadas, cenários coloridos e leves movimentos de câmera, dando ao game características 3D numa joabilidade 2D.

O enredo conta a historia dos Prinnies, pingüins que...calma aí, antes de entrar na trama do game em questão é preciso falar de sua origem. Em 2003 a Nippon Ichi Soft lançou Disgaea, um game no estilo RPG, neste game pingüins como Prinny possuem características explosivas e povoam o mundo dos mortos servindo os senhores do submundo. Em Prinny: “Can I Really Be the Hero?” o enredo se inicia quando a Etna (senhora do submundo) recruta seu batalhão de pingüins (mil Prinnies para ser exato) para conseguir os ingredientes para fazer sua sobremesa favorita, que havia sido roubada.

O objetivo do jogo (meio bobo, por assim dizer) já mostra o bom humor que desenrola a aventura, na verdade o ponto alto do game é esse mesmo, o bom humor, que vai desde os diálogos cômicos até os cenários variados e coloridos que propiciam situações engraçadas. Os mundos em que os Prinnies precisam passar para chegar ao objetivo vão de florestas até fortalezas lembrando as aventuras de Super Mario. Outra coisa que lembra o bigodudo da Nintendo é as ações de Prinny, que são bem limitadas, ou seja, se resumindo à pular (pulo duplo), correr, atacar com pulos na cabeça dos inimigos e espadadas.



Prinny: “Can I Really Be the Hero?” é o típico jogo para agradar todos o gamers, tanto os mais novos quanto aqueles que se divertiram jogando Kirby’s Dream Land no SNES (meu caso), principalmente para aqueles que buscam dificuldade razoavelmente desafiadora. É diversão certa no PSP, falando em PSP, peço desculpas por praticamente não falarmos nos games da plataforma, e apesar das poucas novidades iremos dar mais importância ao pequeno notável da Sony.

Postado por: Thiago

Pra nos deixar ainda mais na vontade...

Recentemente a Activision revelou mais um vídeo de Modern Warfare 2. Dessa vez o vídeo é mais revelador e mostra um pouco do visual do game, o que nos deixa ainda mais ansiosos para que chegue o final do ano. Mas sem mais lenga lenga, segue abaixo o vídeo:



Postado por: Rodrigo

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Assassin's creed 2

Fala galera, li esse preview de Assassin's Creed 2 e decidi postá-lo aqui pra vocês darem uma lida. Escrito por Pablo Raphael do Hardgamer (blog sobre vídeo games da MTV), o texto traz vários detalhes de como será a tão aguardada (pelo menos por mim) continuação de Assassin's Creed. Confiram:


Lembram de Assassin's Creed? Jogaço da Ubisoft lançado em 2007, chamava a atenção pelos gráficos de suas cidades enormes, que reproduziam o Oriente Médio da época das Cruzadas. Lá, você controlava Altair, um membro do culto dos Assassinos e devia se infiltrar nas cidades ocupadas e passar a faca nos líderes dos cavaleiros invasores.

Quem jogou sabe que em paralelo rolava uma história futurista, com um dos descendentes de Altair, Desmond. Desde o começo eramos apresentados à Animus, uma máquina que lia a memória genética do personagem e assim viviamos as aventuras do encapuzado nas ruas de Jerusalém, Damascus e Acre - não, não é esse Acre. É uma cidade no Oriente, que existe de verdade.

A produtora francesa Ubisoft anunciou recentemente a continuação do jogo. Assassin's Creed 2 avançara a trama do game original, mas de uma forma diferente: avançando no tempo, para outro assassino, descendente de Altair. Saem as ruas empoeiradas de Jerusalém de 1191, entra em cena as belas e ricas cidades italianas do Renascimento, em 1476. O herói encapuzado da vez é Ezio Auditore de Firenze. A primeira cidade revelada para o novo Assassin's Creed é Veneza mas especula-se que Florença, cidade natal do personagem e Roma também apareçam no jogo.

A Ubi revelou, em uma matéria publicada na revista gringa Game Informer, algumas das inovações de AC2. De cara, Ezio sabe nadar. Altair não sabia. Bastava ele cair na água para morrer afogado. Como Veneza é famosa por seus canais, dá para imaginar missões em que a água será um elemento fundamental. O novo assassino também é mais habilidoso no uso de armas. Poderá pegar armas dos inimigos caídos ou mesmo desarma-los durante o combate. Ezio poderá usar diversas armas, como espadas, maças, machados e até martelos. Além disso, ele conta com a famosa lâmina retrátil do primeiro jogo, agora equipada nas duas mãos.

Aliás, em uma das primeiras revelações feitas sobre o jogo, foi mostrado o mecanismo de lâmina retrátil em um desenho do artista Leonardo Da Vinci, contemporâneo de Ezio. O mestre Da Vinci será amplamente citado no jogo e é provável que seu estúdio seja um dos cenários. Será que Da Vinci era um membro da seita dos Assassinos?

Dessa vez, o mundo do jogo terá passagem do tempo, ou seja, ciclo de dia e noite, o que deve resultar em efeitos de iluminação bacanas e missões de infiltração no escuro. Os inimigos dessa vez serão mais espertos e alguns serão treinados para procurar pelos esconderijos de Ezio, como montes de feno, por exemplo.

Uma das maiores reclamações dos jogadores era a repetição excessiva das sub-missões de Pick Pocket - literalmente, bater carteira - e de Eavesdroping, nas quais Altair tinha que ouvir a conversa alheia para descobrir a localização de seus alvos. Não eram tão chatas, mas eram muito frequentes. Bem, a Ubisoft acabou com elas em Assassin's Creed 2. O jogo ainda terá o sistema estruturado de missões que se repetem, mas ao invés de serem as mesmas seis missões do primeiro AC, a Ubi diz que em Assassin's Creed 2 serão 16 tipos de missão.

Assassin's Creed 2 está em desenvolvimento para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 e deve chegar às lojas no final do ano.

Fonte:
http://mtv.uol.com.br/hardgamer/blog/preview-assassins-creed-2

Postado por : Rodrigo

Nas curvas de um projétil

Quando o game é baseado em longa-metragem, muita gente já torce o nariz, pois o histórico de jogos, nesse estilo, não é dos mais positivos. Infelizmente bons enredos mostrados em filmes não são bem adaptados nos videogames, mas nesse caso eles acertaram um “headshot em curvilínea”.

Sucesso no cinema pelos efeitos e ação despretensiosa, Wanted (O Procurado) se destacou por mostrar seqüências de tiros um tanto quanto absurdas, com balas se encontrando e disparos em efeito. Em Wanted: Weapons of Fate não é diferente.

A trama do game se passa logo após os incidentes ocorridos no filme, quando o protagonista Wesley Gibson procura respostas sobre seus pais, e acaba entrando em mais um confronto com a Fraternidade (antigo grupos de assassinos), agora a nível global. O longa só mostra a fraternidade de Chicago, no jogo aparecem “filiais” na Rússia e França. Aos poucos partes do passado de Wesley são revelados e sempre através de flashbacks, onde ficamos no controle do assassino Cross, pai do protagonista.





A jogabilidade do game, mostra o bom trabalho da GRIN (desenvolvedora do game), com uma ação frenética do começo ao fim, onde se usa todas as habilidades sobre-humana dos personagens, como o bullet-time (seqüência em câmera lenta dando maior precisão aos disparos) e a capacidade curvar balas, mostrada no filme. Outro momento de destaque desse game é as seqüências de ação rápida, onde temos que acertar inimigos e balas no momento certo para avançar na animação (bem ao estilo da seqüência da invasão à tecelagem mostrada no filme).



Por ser um jogo bem intenso e sem muita variação no estilo, o game é curto. Também não exige muito do jogador, tem controles fáceis e intuitivos, uma boa pedida para quem quer diversão rápida e curtiu (no meu caso) o filme, mas já vou dizer, boa parte do elenco original aparece, menos a Angelina Jolie!

Postado por: Thiago

sábado, 21 de março de 2009

Caçadores do espaço

Em meio a várias especulações negativas, por conta de versões de testes mostradas na E3, a Nintendo Software Technology acaba por surpreender com esse game lançado em Março de 2006 (sim, estamos um pouco atrasados) que rendeu muitos elogios e prova que o DS também pode reproduzir belos gráficos.

Seguindo o estilo que renovou a série no Gamecube, Metroid Prime: Hunters conta com ótimos efeitos de som, mas o que se destaca são os gráficos totalmente em 3D, mostrando a potência da engine do Nintendo DS e eu ainda diria, mesmo não tendo visto tantos títulos para a plataforma, que é o melhor gráfico já apresentado pelo pequeno notável da Nintendo. Este capítulo da série segue o esquema FPS que deu certo na geração passada, mesmo sendo criticado por muitos fãs da perspectiva terceira pessoa.

Com relação a jogabilidade, temos a inovação do uso da touch screem para a precisão da mira e ainda a possibilidade de usar os botões para substituir a tela sensível ao toque. Mas isso tem pontos negativos, como o cansaço da mão com o manuseio da touch screem (já que o DS é bem pesado tendo que ser sustentado com apenas uma mão) e a imprecisão dos botões.

O enredo de Hunters não é tão trabalhado como os outros games da série Metroid Prime, mas para um portátil não decepciona. Na aventura Samus Aran tem que impedir Sylux, Weavel, Trace, Kanden, Noxus e Spire, caçadores de recompensas que estão atrás de uma fonte de poder pertencentes a uma antiga raça chamada Alimbic. Cada caçador tem suas técnicas, armas e objetivos dentro do enredo, como adquirir poder para si mesmo, para seu povo, ou simplesmente para ter o status de melhor caçador do universo.



Apesar dos cenários, inimigos e chefes repetitivos, algumas outras coisas chamam a atenção, como as animações em duas telas e com qualidade bem acima da média se tratando de um portátil, puzzles interessantes, modo Morph Ball mais uma vez perfeito para o estilo primeira pessoa, e o diferencial, o multiplayer inédito para a série através do Wi Fi do Nintendo DS. Está aberta (ou fechando?) a temporada de caças!!

Postado por: Thiago

quinta-feira, 19 de março de 2009

Estupidamente eletrizante...

Estupidamente eletrizante é o que podemos dizer sobre Resident Evil 5, o mais novo game da série de sobrevivência ao horror da Capcom para Playstation 3, XBox 360. Com ação do inicio ao fim, RE5 traz de volta Chris Redfield como protagonista em seu enredo, além de mais uma nova personagem, Sheva Alomar, nova parceira de Chris. O objetivo dos dois é investigar um povoado em um país da África e capturar um terrorista internacional chamado Irvine, porém Chris tem uma meta a parte ao se deparar com pistas sobre a suposta morte de sua antiga parceira, Jill Valentine, a qual ele desconfia ainda estar viva.


O sistema de combate é bem parecido com o jogo anterior (RE4) com apenas algumas modificações. Em RE5 o pau continua rolando enquanto você equipa armas, usa ou equipa itens de seu limitado menu, ou seja ao mesmo tempo em que você está procurando neste menu uma erva para usar, você pode levar um supapo do inimigo, o que traz mais realidade ao game.

Eu particularmente achei a AI (inteligência artificial) de Sheva muito interessante! Ela raramente sai do seu lado, exceto nas horas que o jogo exige duas pessoas separadas para abrir uma porta, por exemplo. Tudo tem que ser dividido com ela, desde armas, munição até itens de cura. Para não perder muito tempo é sempre bom deixar esses itens de cura com Sheva, já que ela os usa automaticamente quando necessário, além de pedir para que tome cuidado.


Tenho que ser sincero em dizer que não gostei muito do sistema de comprar o armamento, referia o mercenário de RE4. Um outra decepção mim foi a falta dos famosos zumbis, que são uma "marca registrada" da série. Sinto falta daqueles urros!

Albert Wesker também dá as caras novamente, mas não espere uma luta onde Chis saia com vantagem. Esse cara é muito covarde, queria ver ele lutar como homem, de igual para igual com Chris, mas infelizmente ficaram devendo. Apesar de que isso não tira a graça das excitantes cenas de luta entre os personagens. Prepare-se pois nesse jogo a palavra descanso não existe, e você terá que matar incontáveis inimigos sem parar.

Bom, vou ficar por aqui se não vou acabar revelando mais ainda sobre o jogo, já falei mais do que devia. Para saber mais corra para a loja e compre logo o seu. Com certeza vale a pena!

Postado por: Rodrigo

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Os deuses que se cuidem....

Mais um super vídeo de God of War III:



Postado por: Rodrigo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

África em conflito...

É galera nesse final de ano não posso reclamar da safra de jogos lançados. Um dos lançamentos foi Far Cry 2 pela Ubisoft, que é bem mais realista que o primeiro deixando de lado os mutantes. O Jogo é bem legal como eu postei anteriormente, mas agora depois de ter zerado tenho uma opinião melhor formada. O jogo é muito bom e muito longo, o que pode proporcionar dependendo do jogador muitas horas de diversão. O problema é que as diversas missões principais e secundárias podem ficar repetitivas durante o game, por isso que coloquei o "dependendo do jogador", pois isso pode afastar os mais impacientes ou os apressados com diversos jogos para zerar. Eu pelo menos to cheio de jogo e cumpri apenas as missões principais para finalizá-lo o mais rápido possível.

O objetivo principal do jogo é localizar e matar um traficante que sempre se encontra primeiro. Ele trabalha para duas facções que comandam o país em questão, e você acaba tendo que fazer serviços para ambas atrás de informações. Você conhece personagens durante o jogo que te ajudam, e te livram de algumas enrascadas, mas cuidado, se um morrer já era pra ele, não tem volta.

O forte do jogo é a exploração, pois o mapa é enorme (para não dizer gigantesco), o que torna inviável ir para os objetivos caminhando, ou seja, veículos são de suma importância. O jogo é dividido em duas partes, dois mapas com tamanhos semelhantes. O personagem principal contrai malária e precisa de medicação durante o jogo todo e quando a mesma acaba, é preciso conseguir mais através de missões. As armas vão sendo compradas durante o jogo com diamantes e precisam ser liberadas para compra fazendo trabalhinhos sujos para o dono da loja, basicamente esses trabalhinhos sujos são de eliminar a concorrência.

Eu particularmente senti a falta de um veiculo aéreo além de asas-delta encontrados em alguns pontos do mapa. Seria interessante andar de helicóptero pelas savanas, desertos e florestas do jogo. Como o jogo de passa na África é normal você se deparar com animais como zebras, veados, entre outros. Porém senti a falta também de animais selvagens, como o leão por exemplo.

Apesar de dizer que senti falta de muitas coisa no jogo não quero dizer que ele é ruim (aliás, senti falta do personagem poder se deitar e ir se arrastando até o inimigo também), muito pelo contrário ficou bom. Poderia apenas ser melhor do que já é! Quem sabe no Far Cry 3 né?

Postado por: Rodrigo

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A ovelha negra (1ª Parte)

Pisando em terras desconhecidas, já que não sou fã nem um entusiasta empolgado quando se trata do RPG da Square-Enix, reconheço a importância da série para o universo dos games. Já são muitos anos de FF, e atualmente é referência no gênero RPG. Mas hoje estou aqui para falar sobre o “irmão” apagado pela a evidência de FF XIII, o Versus. O Playstation 3 perdeu a exclusividade da versão original, mas ainda há um trunfo na manga.

Na verdade Final Fantasy Versus XIII não é o único que acompanha o “original”, uma versão com o título FF Agito XIII também será lançado, mas para PSP. Tudo isso faz parte de um projeto chamado Fabula Nova Crystallis, onde os três títulos envolvidos não têm conexão mútua, ou seja, personagens e enredos são únicos em cada game.

Versus tem aquele mesmo ar futurista de Final Fantasy VII (como pode ser percebido no vídeo abaixo), mas foge ao padrão “Fantasy” dos antecessores, este game está mais sombrio e urbano, mais realista, se é que podemos usar este termo, já que o protagonista tem a habilidade de manejar várias armas de forma sobrenatural. Para resumir a ovelha negra entre a franquia de sucesso.



O interessante é a mecânica do jogo, similar a Kingdom Hearts, o jogador tem mais liberdade para deferir golpes ao empunhar espadas e lanças, mas ao usar armas de fogo, a mecânica será similar à FF VII: Dirge of Cerberus. Vamos ver se finalmente um FF vai me chamar a atenção.

Postado por: Thiago

domingo, 14 de dezembro de 2008

O "Príncipe Sem Nome" está de volta!

O que dizer desse jogo?! Ele é simplesmente maravilhoso! Gostei muito dele porque ele é simples, bonito, gostoso de se jogar. É claro que não é perfeito, com um ou dois bugs que não atrapalham o andamento do jogo e o fato que que as vezes o jogo se torna bem fácil. Prince of Persia, produzido e desenvolvido pela Ubisoft, resgatou a diversão que havia nos antigos jogos de plataforma como Crash Bandicoot e Mario 64 do PSone e Nintendo 64 respectivamente. Provavelmente não seja melhor que os jogos citados mas POP me fez lembrar dos velhos tempos. O visual é lindo! O estilo cel-shading caiu como uma luva para o jogo.

Apesar de haver alguns movimentos já presentes na trilogia para Playstation 2, o jogo foi todo reformulado. O príncipe sem nome é o mesmo dos anteriores, só que este game se passa em algum momento não especificado de sua vida e sua personalidade está bem diferente. Com bom humor, piadinhas e pequenas ironias o personagem ficou bem carismático. O sistema de batalhas não é livre igual aos outros, é meio complicado para se explicar então vou deixá-los na curiosidade. Posso adiantar apenas que é bem legal.

Outra coisa que achei legal (uma das coisas mais feras no jogo) é o entrosamento do príncipe sem nome com Elika, sua parceira. Eles se conhecem no inicio do jogo, quando em seguida Ahriman é liberado e corrompe todo o mundo em trevas. Ele então decide ajudar Elika e é quando os dois formam uma das duplas mais sincronizadas dos videogames, com uma AI bem legal. Ela o ajuda durante as batalhas e o que em parte deixa o jogo mais fácil é o fato de ela não te deixar morrer. Isso mesmo, você nunca morre em POP, porque Elika sempre dá um jeito de te salvar, caso caia em um abismo durante uma sequência de plataformas por exemplo, ela te segura e o leva de volta onde começou os saltos.



Esse jogo foi feito para se explorar o ambiente, onde você precisa derrotar uma sequência de chefes para tirar a corrupção do local onde estão, para assim liberar novas áreas à serem exploradas onde haverão mais chefes para serem derrotados. Ufa! Deu para entender?

Bom acho que é isso, não me lembro de mais nada pra dizer além de repetir que gostei muito, aliás, gostei mais ainda quando o final deixou claro que haverá uma sequência.

Postado por: Rodrigo

Segunda chamada para a guerra

O game em questão é uma continuação direta de Gears of War (Epic Games), Os ambientes estam mais amplos e aparentam estar mais ricos em detalhes (já eram bem detalhados em Gears 1), porém os gráficos e a mecânica são praticamente iguais aos do primeiro game. A inteligência artificial dos personagens (principalmente dos aliados) melhorou bastante até porque convenhamos, o Dominic do primeiro titulo não ajudava em nada.

Gostei muito do primeiro, mas admito que esperava mais de Gear of War 2 em termos de ambiente, melhorias gráficas, personagens, armas e enredo. Falando em enredo, a história do jogo acompanha o primeiro na luta contra a raça de alienígenas Locust, como foi citada no começo é uma continuação direta. Agora a trama foca mais a parte pessoal dos personagens dando mais drama ao enredo.

Com relação à expectativa, o motivo da falta de evidência de Gears 2, após seu lançamento, foi que a experiência de ter jogado o primeiro foi única na época, voltada para a nova geração, onde gráficos e diversão eram sinônimos desse game, lançado no inicio da atual geração. Mas hoje com vários jogos similares e superiores, o jogador vai com muita sede ao pote por experiência do passado e acaba se decepcionando um pouco por não ter a mesma empolgação, mas quem gostou do primeiro pode adquirir de olhos fechados Gears of War 2.

Postado por: Welington

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Zumbis atacam novamente...

Como um fã da série, não poderia deixar de postar aqui o vídeo de um demo do próximo Resident Evil. Previsto para março de 2009, Resident Evil 5 vem seguindo as inovações da versão anterior com um estilo de batalha bem parecido com o de Gears of War, o que na minha humilde opinião deixa o jogo mais interessante, mesmo que para alguns fãs das antigas isso seja decepcionante.



Residente Evil 5 não é a única novidade da Capcom, pois logo os zumbis atacaram também em Resident Evil: Degeneration, filme de animação feito em parceria com a Sony Pictures. Já havíamos postado o primeiro trailer do filme e este está ainda melhor, pois contém mais diálogos dos personagens, além de mais informações sobre o enredo.

Postado por: Rodrigo

 
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