Glider Content

Mostrando postagens com marcador Playstation 2. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Playstation 2. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de junho de 2009

Vendas no mês de maio

Consoles:

Nintendo DS: 634 mil (-39%)
Wii: 290 mil (-15%)
Xbox 360: 175 mil (0%)
Playstation 3: 131 mil (+3%)
Playstation 2: 117 mil (-32%)
PSP: 100 mil (-13%)

Jogos:

UFC 2009 Undisputed – Xbox 360 – THQ – 680 mil
Wii Fit w/ Balance Board – Wii – Nintendo – 353 mil
EA Sports Active Bundle – Wii – EA – 346 mil
UFC 2009 Undisputed – PS3 – THQ – 334 mil
inFamous – PS3 – Sony – 176 mil
Pokemon Platinum Version – Wii – Nintendo – 169 mil
Mario Kart w/ wheel – Wii – Nintendo – 158 mil
Punch Out!! - Wii – Nintendo – 157 mil
X-Men Origins Wolverine Uncaged edition – 360 – Activision – 121 mil
Wii Play w/ remote – Wii – Nintendo – 110 mil

Os percentuais são em relação ao mês anterior (Abril)

Fonte: NPD Group

Postado por: Rodrigo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

À volta da dupla Disney e Square

Lançado em 2006 para GBA, Kingdom Hearts: Chains of Memories já era um título diferenciado pelo seu belo gráfico e originalidade. No ano seguinte o Playstation 2 ganha um remake, mas apenas no Japão. No final de 2008 chegou no Ocidente este clássico que vem para tapar os buracos deixados entre Kingdom Hearts 1 e 2. Na verdade quem jogou o game no Gameboy Advance conhece a trama, mas agora aqueles que conhecem a franquia no console da Sony teram suas dúvidas tiradas.

O enredo geral da série conta com vários elementos que deixam a trama confusa, e Kingdom Hearts RE: Chains of Memories explica muito da história geral e apresenta personagens que apareceram “do nada” no segundo game para PS2 como Namine e alguns integrantes da vilania conhecida como “Organization XIII”, colocando os pingos nos is.

Quem jogou Chains of Memories no GBA curtiu a original forma de batalha com o protagonista Sora usando cartões para efetuar ataques e usando os companheiros (Donald e Pateta), summons e magias, e o estilo diferente continua o mesmo na versão para PS2 com a vantagem do visual melhorado. Na minha opinião a inovação do modo de batalha merece elogios, mas eu realmente prefiro o modo em tempo real dos outros games da série.

Olhando os pontos mais técnicos, tem uma trilha sonora ótima que vai desde a abertura do game (destaque para “Simple and Clean” da cantora japonesa Utada Hikaru) até a trilha durante o jogo. Assim como nos anteriores o gráfico é um show à parte, sem a necessidade de filmes durante as animações, ou seja, as animações são apresentadas em tempo real usando o gráfico do game.



Eu recomendo dar um tempo na nova geração e ver que o Playstation 2 ainda respira com este game que é um dos melhores títulos lançados no final de 2008. Não fecha a trilogia da fusão Square/ Disney mas explica muito, eu estava intrigado com o início confuso de Kingdom Hearts 2, até agora!

Postado por: Thiago

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dois jogos de peso...

Essa semana comecei a jogar mais dois jogos, Far Cay 2 e Call of Duty 5: World at War. Gostei de ambos.

Não joguei muito o primeiro Far Cry, mas do pouco que vi dá pra ver que a sequência é uma completa reformulação. Nesse jogo você precisa literalmente de um carro para chegar em determinados objetivos, pois o mundo de Far Cry 2 (o jogo se passa em um país da África) é realmente grande. O relógio passa em "tempo real", ou seja, você vê o dia passando e a noite chgando. O legal é que o mundo não é apenas aquele campo enorme e aberto, tem lugares com mata fechada onde você pode passar apenas por estradas, savanas, favelas, vilarejos, rios onde você pode usar barcos e um deserto ( foi tudo o que eu pude ver até agora). Me parece que na versão multiplayer tem como o jogador criar os próprios mapas para jogar com seus amigos, mapas que podem ser usados online também, já que os mesmos podem ser distribuídos pela rede.

Outra coisa interessante é que quando você pega uma arma do inimigo que esteja velha, ao usar ela pode travar no meio do tiroteio e você tem que arrumar ela apertando o botão X (versão para 360). Você pode aceitar varias missões aleatórias durante o jogo, onde o pagamento é feito com diamantes que por sua vez são usados para compra de armas e upgrades das mesmas. Há também os diamantes secretos que estão espalhados pelos cenários e podem ser localizados com a ajuda se seu aparelho de GPs.Não joguei muito para dar um veredito final (estou com apenas com 4% de jogo), ouvi dizer que as missões são meio repetitivas, mas até agora venho gostando.



Confesso que não estava muito animado com o novo call Of Duty pelo simples fato de ser mais um baseado na segunda grande guerra, mas grande mesmo foi a minha surpresa ao constatar que Call off Duty 5: World at War é uma jogo diferenciado. Eu realmente não tenho muitas palavras para descrever esse jogo então vou resumir em uma palavra, Maravilhoso. Além é claro de alguns detalhes: graficamente é bem parecido com o Call 4, os cenários é que são bacanas, por exemplo, no inicil você começa em uma praia e logo você está subindo um rio em mata fechada onde os inimigos se fingem de mortos ou sobem em árvores para te pegar desprevenido. Talvez esse não seja o melhor Call of Duty, porém ele com certeza vale cada esforço que você fizer para jogá-lo.

Sem Falar na voz de Kiefer Sutherland (o Jack Bauer de 24 horas) que dubla um dos sargentos que te dá as ordens durante o jogo, o cara é muito bom!



Postado por: Rodrigo

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Let’s Rock

Semana passada foi lançada a mais nova versão do game de sucesso entre gamers e roqueiros – Guitar Hero: World Tour – e esse lançamento me faz pensar: Como um game, onde o gráfico pouco importa e sua ação é quase nula, chama tanta atenção? Esse questionamento na verdade é um preconceito gerado por aqueles que simplesmente julgam o jogo sem te-lo experimentado (o meu caso). A coisa vai muito mais alem de botões apertados no segundo certo.

Guitar Hero é o tipo do jogo que simula de forma intuitiva as notas de uma guitarra e faz o jogador sentir a melodia como se realmente estivesse tocando o instrumento real, isso é a formula do sucesso desse game lançado pela Activision e desenvolvido pela NeverSoft. Tocar Purple Haze (Jimmy Hendrix) e Hotel Califórnia (Eagles) sem ao menos conhecer uma nota! Isso é o diferencial desses games musicais (nessa onda temos também Rock Band da Harmonix e Rock Revolution da Konami).

Os videogames e a música nunca andaram por caminhos isolados, mas também nunca tinham apertado as mãos, e esse contato direto e massivo aconteceu em Guitar Hero, game que deu as caras pela primeira vez em 2003. Guitar Hero trouxe para o mercado videogames um público mais voltado para a música (mais precisamente o rock), e para a música o público voltado aos games, hoje podemos ver crianças de 8 a 12 anos se interessando mais por rock e até aprendendo a tocar guitarra.

Isso também reflete de forma positiva para o mercado fonográfico, pois muitas músicas que fazem parte do repertório de Guitar Hero (e Rock Band) ganharam popularidade através do game e até são comercializadas a partir dos serviços online dos consoles da nova geração. Isso mostra que, o que a tecnologia tirou ontem (prejuízo musical com o aparecimento do mp3) dá hoje (comercio virtual de musicas para games), uma troca quase equivalente.




Postado por: Thiago

sábado, 11 de outubro de 2008

Fator X-lusive

A alguns dias na Alemanha o gerente de produto do Xbox 360, Boris Schneider-Johne, disse em entrevista que nos dias de hoje games exclusivos perderam a importância que tinham, onde a disputa entre o Playstation 3 e o Xbox 360 não mostra ninguém em vantagem considerável e atualmente softwarehouses como Eletronic Arts e Activision, de acordo com seus modelos de negócios, raramente desenvolveriam jogos exclusivos, deixando essa tarefa para as próprias empresas responsáveis pelos consoles (Sony, Microsoft e Nintendo), na tentativa de tirar o melhor de cada console.

Bom, no que diz respeito a guerras dos consoles, realmente isso perdeu importância, já que as exclusividades praticamente não existem mais (levando em consideração o passado dos videogames), dificilmente uma empresa desenvolvedora de games não vinculada diretamente aos consoles faria um game exclusivo e por essa razão isso acabou perdendo ênfase.

Apesar disso sabemos que o sucesso do Playstation 2 se deu realmente por causa das exclusividades, o grande sucesso do seu antecessor trouxe respeito ao nome Playstation e isso foi crucial na formação de confiança das softwarehouses. O Playstation 2 não tinha um hardware tão aprimorado como o GameCube e o Xbox, mas se tornou sucesso por oferecer uma gama maior de jogos, dos quais muitos são considerados hoje clássicos. Isso só nos mostra que, para o usuário final, gráfico é só a “ponta do iceberg”, a primeira impressão, mas no final das contas o que importa mesmo é o que se joga. Esse foi um dos fatores para o sucesso do console da geração passada da Sony.

É interessante como hoje essa área do entretenimento funciona, as duas maiores concorrentes se equiparando em hardware e jogos, isso dá equilíbrio e quem acaba ganhando são os jogadores, pois eles sabem que tem consoles de qualidade a disposição e não estariam em prejuízo dependendo da escolha. Mesmo assim temos consciência de que no mundo dos videogames quem tem exclusividade é rei e quem foi rei em uma geração hoje só pode dividir o reinado.


Postado por: Thiago

A força desencadeada (2ª parte)

Jogamos The Force Unleashed, no Playstation 2 e Xbox 360 e com certeza foi um experiência única, o uso das tecnologias Digital Molecular Matter e Euphoria pela 1ª vez juntas foi o trunfo da LucasArts e sem dúvida é o melhor game da série Star Wars já lançado alcançando a marca de 1,5 milhão de cópias em todo o mundo em uma semana de lançamento.

O jogo começa com Darth Vader em uma missão em Kashyyyk (planeta dos Wookiees) na busca dos Jedis sobreviventes após a ascensão do Império ao final do Episodio III. Ao confrontar Rogue Jedi ele se depara com uma criança poderosa e então mostra interesse, daí a origem do aprendiz secreto dos Siths dando continuidade a erradicação dos Jedis.

No Playstation 2 o game teve o apoio da Krome para o desenvolvimento, dando a LucasArts prioridade com relação as plataformas da nova geração, com isso o game não foi tão prejudicado em sua versão para Playstation 2. Mesmo com a ausência das tecnologias empregadas nas versões PS3 e Xbox 360, a versão PS2 não é de todo mal, mas o game é curto (cerca de 8 horas) chega a ser fácil e não dá opção de escolha de níveis de dificuldade, sem falar de alguns bugs como inimigos aparecendo do nada (erros mínimos quase imperceptíveis) por exemplo. Já no Xbox 360 é incrível a quantidade de detalhes e a magnitude dos cenários, ver os soldados do Império tentando segurar-se a grades e apoios é hilário e a medida que avança no game nos damos conta do poder que o protagonista tem (superando o grande vilão Darth Vader).

Para os fãs do universo Star Wars com certeza as críticas não vão significar nada, e vale a pena conferir, pois explica muito do enredo geral, como a criação da Aliança Rebelde (fatos desenvolvidos no Episodio IV), o fim de muitos Jedis e quão frágil é o Império Galáctico, só faltou o Yoda.

Postado por: Thiago

sábado, 27 de setembro de 2008

A máfia japonesa está de volta...

Mais de um ano depois de ser lançado no Japão, Yakuza II dá as caras nos consoles ocidentais. O lançamento foi no dia 09 de setembro e não demorou muito para eu estar com o meu. O jogo conta com 5 capítulos a mais que o primeiro game, o que exigiu um espaço maior de mídia (o jogo é em Dvd9).

O sistema de batalha continua praticamente o mesmo, apenas com umas alterações que tornaram as lutas mais interessantes e até um pouquinho mais fáceis. Alguns especiais ficaram bem legais! A história acontece em dois cenários diferentes, o primeiro é a mesma cidade de Yakuza I e você até passa por lugares que já esteve onde está tudo diferente. O segundo é Kansai de onde vem o vilão dá história Ryuji Goda "O dragão de Kansai".

Confesso que passar por lugares e rever alguns personagens que fizeram parte de Yakuza ficou um pouco repetitivo em alguns pontos, mas nada que estrague o jogo que tem um história interessante e com algumas viradas surpreendentes. O jogo tá muito interessante e apesar de não ser a mesma coisa (creio que nunca será por mais que tentem) é capaz até de matar um pouco da saudade que tenho de Shemmue. Oh saudade...

Esse é com certeza um dos últimos jogos a serem lançados para Playstation 2 e isso já está me deixando com saudades do console... é um jogo que eu recomendo pra quem
gosta da mistura de rpg com ação/luta.

Abaixo tem um trailer do game:



Postado por: Rodrigo

domingo, 21 de setembro de 2008

Final Fantas XII e suas inovações...

Uma coisa é certa, a série Final Fantasy está longe de ficar repetitiva mesmo depois de 12 títulos. Mesmo debaixo das críticas de alguns fãs da franquia, Final Fantasy XII consegue prender a atenção daqueles que o jogam do inicio ao fim. Ele é ambientado em um mundo um pouco parecido com o do Final Fantasy IX, ou seja, um mistura de medieval com futurista, armaduras com naves voadoras.

Não vou focar muito a história, até porque o texto seria enorme, mas posso adiantar que ela nem é tão importante assim perto do que o jogo pode oferecer. A maior inovação do jogo com certeza é o sistema de batalhas que lembra muito um MMORPG. Você tem uma movimentação livre dentro do cenário durante as batalhas, que não são em turnos como nos demais jogos da série. Isso mexeu muito com o pobre coração de alguns fãs que chegam a dizer que FFXII não é FF.

O fato é que realmente o jogo está bem diferente mesmo, os Summons que em FFXII são chamados de Espers são quase inúteis, tanto que dá pra contar nos dedos as vezes que usei um deles enquanto estava jogando; É de longe um dos mais (ou até o mais) longos jogos das séries com seus incontáveis segredos, armas secretas, hunt's, bestiario e rare games para serem completados, isso sem falar na storyline que também é bem legal.


Em FFXII o bam bam bam Omega, grande monstro dos outros games da franquia dá lugar a Yazmat, um dragão enorme que tem nada mais nada menos que 50.000.000 de HP. Se fizer tudo certinho, estando no level 99 e pegando a
s armas certas, você dever conseguir matá-lo em mais ou menos 5 horas. A vantagem é que você pode sair e salvar quantas vezes quiser. Dá até para descansar, dormir, tomar banho, ler um livro, fazer Nº 1 e Nº 2, zerar outro jogo, aprender inglês e espanhol, se formar em uma boa faculdade, casar, ter filhos, viajar pelo mundo que quando você voltar lá, ele estará com o HP do jeito que deixou.


Para ter um jogo desses 100% completo, cálculo que sejam necessárias no mínimo umas 300 horas, agora se quiser seguir apenas a storyline creio que 60 horas sejam o bastante Eu gostei, e muito... Me prendeu ao ponto de jogar 210 horas dele e mesmo assim faltou muita coisa. Recomendo até mesmo para aqueles que não curtem o estilo, já que o novo sistema de batalhas ajuda muito aos mais impacientes com batalhas onde são utilizadas apenas as ações disponibilizadas pelo menu.


Ahhh e uma outra coisa, os gráficos são incrivelmente lindos...

Postado por:
Rodrigo

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Tomb Raider: Underworld

Tá aí uma série que sempre me chamou a atenção!

Sendo assim, eu não poderia deixar de falar da nova aventura de Lara Croft em Tomb Rider: Underworld. Esse jogo marca a estréia da arqueóloga na nova geração de consoles. O jogo deve ser lançado para Playstation 3, Xbox 360, PC, Wii, DS e Playstation 2 com uma atenção especial para as três primeiras plataformas.

O game é baseado em uma lenda relacionada ao calendário maia que tem 360 dias. Reza essa lenda que durante os outros 5 dias que separam um ano do outro, um portal para o inferno é aberto, dai o nome do jogo. Underworld chega no final do ano repleto de novidades, como o novo sistema de combate que permite que Lara use ataques físicos como chutes e socos, ela poderá usar objetos do cenário também, como barras de ferro e pedaços de madeira, além de usar técnicas de distração para acabar de vez com a "bandidagem".

Segundo os produtores a AI dos inimigos (ponto fraco dos jogos anteriores) foi aprimorada e agora até emboscadas em grupo eles conseguem realizar. Os animais estão mais espertos e atacam caso se sintam ameaçados. Apesar de continuar sendo um jogo de plataforma, os cenários serão mais livres, ou seja, o jogador poderá pegar vários caminhos diferentes para chegar ao mesmo objetivo.

Apesar de ser considerada uma série em declínio por muitos jogadores, creio que Tomb Rider: Underworld vem para mostrar que Lara Croft está longe de se aposentar.



Postado por: Rodrigo

domingo, 10 de agosto de 2008

Mais um fio da teia

A E3 desse ano praticamente se resumiu à guerra dos consoles e a incessante busca pela hegemonia no mundo dos games, e as conferências das softwarehouses acabaram perdendo evidência. Dentre as várias empresas responsáveis por games, a Activision (mesma produtora de Guitar Hero e Call of Duty) e a Shaba Games apresentam a mais nova aventura do Aranha e o meu destaque aqui é o lançamento do jogo para Playstation 2 além das outras plataformas.

Spiderman: Web of Shadows tem enredo original sem base relacionada a nenhum filme da série onde Peter Parker tem de enfrentar uma invasão alienígena (aos moldes do simbionte que deu origem ao Venon) que infecta os habitantes de Manhattan, e com a ajuda (ou não) de outras figuras da Marvel terão quer dar cabo dessa ameaça. O ponto forte do game e a ação bem elaborada sendo possível combos no ar através do uso das teias e o apoio de elementos do cenário como o muro dos prédios, por exemplo. Os golpes também terão evolução no decorrer do game além da possibilidade de trocar de uniforme (tradicional e negro).


Eu me decepcionei um pouco com os games do Aranha baseados em filmes (tenho até um certo preconceito generalizado), o mínimo que posso fazer agora é aguardar o mês de Outubro para jogar e tirar minhas conclusões, a princípio espero ansioso o lançamento do game já que, decepções a parte, sou fã de Spiderman.

Postado por: Thiago

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A força desencadeada (1ª parte)

Desde os anos 90 muitos games da franquia “Stars Wars” foram lançados, e uma característica que marcou esses jogos é a conexão com os filmes da série, onde um meio completava o outro. Estar no controle de um dos cavaleiros jedi sempre foi uma experiência incrível, e estar no controle de um sith (o lado negro da força) então...É o que acontece em Force Unleashed, o jogador está no papel de um aprendiz secreto de Darth Vader e sua tarefa é encontrar os Jedi sobreviventes após o ocorrido em “A Vingança dos Sith” e extermina-los. A LucasArt, empresa desenvolvedora do game, conta com algumas tecnologias adicionais para os consoles da nova geração, como Digital Molecular Matter, que trabalha a desintegração dos materiais de forma singular, e o Euphoria que dá a inteligência artificial mais autonomia. As plataformas “mais antigas” por assim dizer, não foram esquecidas, teremos versões mais simples do game para PS2, DS e PSP também.

Abaixo o trailer do game que será lançado dia 16 de Setembro.


Postado por: Thiago

 
Powered by hospedagem website fazer site gratuito