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domingo, 22 de março de 2009

Mobiles

Quem nunca jogou Snake (não o protagonista de Metal Gear) em um celular Nokia? O velho “jogo da cobrinha” foi pioneiro nessa onda de jogos em celular. Antes disso, passar horas em uma fila de banco era um grande problema, claro, se você não tivesse em mãos um portátil como Gameboy, por exemplo. Hoje estamos muito mais preparados para essa situação. Com a evolução dos portáteis (com o PSP e o Nintendo DS), também vieram jogos mais elaborados para telefones móveis e de acordo com que aparelhos mais sofisticados eram lançados, apareciam jogos que condiziam com a tecnologia.

Atualmente (mas não de hoje) temos games de fizeram sucesso nos consoles e PC’s em celulares, ou seja, grandes softwarehouses, como Capcom, Activision e Konami, perceberam a crescente evolução que este segmento vive a algum tempo e está investindo nessa idéia. Prova disso é a movimentação de US$ 600 milhões nos EUA em 2005 e as previsões d e US$ 2 bilhões em 2009.
A diversão em telefones moveis está passando de um mero passatempo para games sérios, por assim dizer. Games como Devil May Cry e Need For Speed, para aparelhos celulares, tem grande qualidade, com gráficos 3D e jogabilidade que exige maior atenção dos usuários. Grande prova da seriedade dos jogos é o N-Gage da Nokia, que divide as funções de um telefone e de um videogame portátil, mas com pouca capacidade gráfica, nesse quesito está fazendo a diferença é o iPhone da Apple que além das várias funções que possui, tem interface gráfica única e poderosa e com títulos a altura, como Metal Gear Touch, por exemplo, com gráficos comparáveis com os do portátil da Sony. Dessa forma a Apple concorre a altura com a Nintendo e a Sony em matéria de portátil, e ainda na área de telefonia com atuação ativa.
No Brasil este segmento está crescendo, apesar dos problemas como a grande quantidade de aparelhos fora de linha. Já existe empresas responsáveis pelo desenvolvimento de jogos, e com o apoio das operadoras, o futuro é promissor. Já o Japão, berço tecnológico, vive o esplendor do mercado de games para telefonia móvel, exemplo disso são os jogos da franquia Final Fantasy que são recordistas de downloads, o mais impressionante é que nem todos os celulares rodam os jogos da série, somente modelos específicos. Desse jeito “neguin” no Japão vai procurar fila pra matar o vicio!!

Postado por: Thiago

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Jogo do ano - MGS4: Guns of the Patriots

Durante todo o ano foram lançados games de peso para vários consoles e realmente esse ano foi de grande importância para a geração que não é mais tão nova. O grande destaque foi para os games exclusivos, e em meio à expectativa e especulações foi lançado em Junho aquele que viria a ser o grande sucesso do ano. Não é segredo pra ninguém que nós da equipe Final Level somos fãs alucinados da série Metal Gear, e esse ano aqueles que podem usufruir da mais “nova” plataforma da Sony foram presenteados com a última obra-prima do mestre Kojima, Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, que põe fim a saga de Solid Snake na trama (ao que parece).

Vários fatores dão ao game o status de melhor na nossa opinião, começando pelo gráfico que é soberbo, um trabalho gráfico altamente detalhado (que se destaca mesmo em meio a tecnologia atual)e todo em tempo real (com o gráfico da parte jogável, polígonos) que já é marca da série, mas com a tecnologia da nova geração ficou realmente uma obra de arte. A jogabilidade também evoluiu em Guns of the Patriots, Old Snake (como é conhecido o herói pelo fato de estar mais velho devido a uma falha genética) tem mais movimentos como, por exemplo, ao ser atingido pelo inimigo e cair no chão empunhar a arma e continuar o tiroteio, deixando a ação mais ininterrupta. Outro ponto interessante a ser citado é o novo sistema de camuflagem do protagonista, a roupa chamada Octocamo dá ao herói a capacidade de se adaptar literalmente ao local, a roupa copia o ambiente alterando suas características visuais.

Com relação ao enredo, o que falar do enredo? Kojima fechou uma longa estória iniciada a muito tempo atrás no MSX, e tenho que dizer, conseguiu fechar com chave de ouro, muitas revelações (para quem acompanha o enredo, pelo menos, desde de Metal Gear Solid para PSOne), reviravoltas e momentos emocionantes envolvendo personagens importantes para a série. Nos games anteriores, as locações não mudavam, mas em MGS 4 posso até dizer que Snake faz um “tour” pelo mundo, desde o Oriente Médio até a Europa, isso deixou o game mais variado já que também está um pouco mais longo que os antecessores, graças às longas cenas não jogáveis.



Para finalizar, o que faz desse game o melhor de 2008 para nós é a importância da franquia para os games, através de MGS os games foram levados mais a sério, sem falar na reputação construída através do tempo, em meio às várias vezes que Hideo falava que seria o último game da série, nos deliciamos com a qualidade cinematográfica dos games e com MGS 4 não foi diferente. Um desfecho digno para a franquia e que não decepciona os fãs. Se fosse um filme ganharia o Oscar, se fosse um livro seria Best-Seller e não ficarei triste se for realmente o ultimo Metal Gear (com enredo original), para nós do FL foi uma honra ter conhecido Solid Snake, Otacon e Big Boss. Jamais esqueceremos a frase: Snake? Snake! Snaaaakeeeee...

Postado por: equipe FL

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Let’s Rock

Semana passada foi lançada a mais nova versão do game de sucesso entre gamers e roqueiros – Guitar Hero: World Tour – e esse lançamento me faz pensar: Como um game, onde o gráfico pouco importa e sua ação é quase nula, chama tanta atenção? Esse questionamento na verdade é um preconceito gerado por aqueles que simplesmente julgam o jogo sem te-lo experimentado (o meu caso). A coisa vai muito mais alem de botões apertados no segundo certo.

Guitar Hero é o tipo do jogo que simula de forma intuitiva as notas de uma guitarra e faz o jogador sentir a melodia como se realmente estivesse tocando o instrumento real, isso é a formula do sucesso desse game lançado pela Activision e desenvolvido pela NeverSoft. Tocar Purple Haze (Jimmy Hendrix) e Hotel Califórnia (Eagles) sem ao menos conhecer uma nota! Isso é o diferencial desses games musicais (nessa onda temos também Rock Band da Harmonix e Rock Revolution da Konami).

Os videogames e a música nunca andaram por caminhos isolados, mas também nunca tinham apertado as mãos, e esse contato direto e massivo aconteceu em Guitar Hero, game que deu as caras pela primeira vez em 2003. Guitar Hero trouxe para o mercado videogames um público mais voltado para a música (mais precisamente o rock), e para a música o público voltado aos games, hoje podemos ver crianças de 8 a 12 anos se interessando mais por rock e até aprendendo a tocar guitarra.

Isso também reflete de forma positiva para o mercado fonográfico, pois muitas músicas que fazem parte do repertório de Guitar Hero (e Rock Band) ganharam popularidade através do game e até são comercializadas a partir dos serviços online dos consoles da nova geração. Isso mostra que, o que a tecnologia tirou ontem (prejuízo musical com o aparecimento do mp3) dá hoje (comercio virtual de musicas para games), uma troca quase equivalente.




Postado por: Thiago

sábado, 11 de outubro de 2008

Fator X-lusive

A alguns dias na Alemanha o gerente de produto do Xbox 360, Boris Schneider-Johne, disse em entrevista que nos dias de hoje games exclusivos perderam a importância que tinham, onde a disputa entre o Playstation 3 e o Xbox 360 não mostra ninguém em vantagem considerável e atualmente softwarehouses como Eletronic Arts e Activision, de acordo com seus modelos de negócios, raramente desenvolveriam jogos exclusivos, deixando essa tarefa para as próprias empresas responsáveis pelos consoles (Sony, Microsoft e Nintendo), na tentativa de tirar o melhor de cada console.

Bom, no que diz respeito a guerras dos consoles, realmente isso perdeu importância, já que as exclusividades praticamente não existem mais (levando em consideração o passado dos videogames), dificilmente uma empresa desenvolvedora de games não vinculada diretamente aos consoles faria um game exclusivo e por essa razão isso acabou perdendo ênfase.

Apesar disso sabemos que o sucesso do Playstation 2 se deu realmente por causa das exclusividades, o grande sucesso do seu antecessor trouxe respeito ao nome Playstation e isso foi crucial na formação de confiança das softwarehouses. O Playstation 2 não tinha um hardware tão aprimorado como o GameCube e o Xbox, mas se tornou sucesso por oferecer uma gama maior de jogos, dos quais muitos são considerados hoje clássicos. Isso só nos mostra que, para o usuário final, gráfico é só a “ponta do iceberg”, a primeira impressão, mas no final das contas o que importa mesmo é o que se joga. Esse foi um dos fatores para o sucesso do console da geração passada da Sony.

É interessante como hoje essa área do entretenimento funciona, as duas maiores concorrentes se equiparando em hardware e jogos, isso dá equilíbrio e quem acaba ganhando são os jogadores, pois eles sabem que tem consoles de qualidade a disposição e não estariam em prejuízo dependendo da escolha. Mesmo assim temos consciência de que no mundo dos videogames quem tem exclusividade é rei e quem foi rei em uma geração hoje só pode dividir o reinado.


Postado por: Thiago

Red Light a luz da morte

Red Light a luz da morte, não apenas a morte do console, mas também a morte do entusiasmo dos fãs da Microsoft e o sucessor do Xbox (que não teve o mesmo sucesso da concorrência, mas isso é assunto para outro artigo). Falta de respeito é a frase que melhor define o que a Microsoft vem fazendo nos últimos três anos com a galera que vai as lojas para adquirir na minha opinião o melhor console da nova geração, por um simples problema de aquecimento, para uma empresa voltada a tecnologia, mas, que se torna sério para os simples usuários leigos no que diz respeito a hardware.

Por exemplo, o meu caso, já tive dois consoles nenhum apresentou o problema, o que não significa que estou livre desse transtorno. Ao colocar um game em seu console e não ter a certeza de termina-lo e um tanto quanto desconfortante. Se meu atual console vier a dar as tais Red Lights com certeza ficarei desapontado e na dúvida em adquirir outro Xbox 360, dando prioridade às plataformas concorrentes da nova geração. Aparentemente um simples problema técnico pode interferir na escolha de um excelente console, não tenho nada contra o Playstation 3 e o Nintendo Wii, pelo contrário, já obtive os dois, mas não me faça escolher entre eles e o Xbox 360, pois minha preferência é explicita mesmo com o risco, apesar de sempre estar com o pé atrás com relação a isso.

O que mais me decepciona é saber que fazem 3 anos (e não 3 dias), não estamos falando de um “boteco de esquina” mas sim da Microsoft (com tecnologia, tempo e capital financeiro), e não desenvolver uma maneira qualquer pra solucionar esse problema, apesar da placa Falcon ter amenizado a situação, pois o problema continua acontecendo mas de forma disfarçada (sem as três luzes vermelhas), não tem desculpa, é um total descaso com o consumidor.

Postado por: Welington

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Vencido pelo cansaço

Até a geração 32 bits, os jogos de luta tinham forte importância no mercado de games com uma vendagem significativa em relação aos outros gêneros. Franquias como Mortal Kombat e Street Fighter eram os carros chefes desse gênero nos consoles, já o grande sucesso no segmento arcade era a franquia The King of Fighters da SNK que acabou se tornando mania entre os freqüentadores de fliperamas. O grande atrativo de Mortal Kombat era a violência excessiva mostrada no seu ponto alto, ou seja, nos fatalities, na terceira versão do game apareceram seqüências de golpes mais elaboradas, o que chamou mais a atenção dos jogadores. Já Street Fighter 2 (a primeira versão não teve boa aceitação) é o grande sucesso da Capcom e o pioneiro no gênero “kick and punch”, a franquia encabeçada por Ryu e Ken foi o primeiro game a cair nas graças dos viciados em fliperamas, mas acabou perdendo terreno para o sucesso da SNK.

Atualmente esperamos o lançamento de Street Fighter IV e Mortal Kombat vs DC Universe e nos perguntamos: Qual será a grande inovação desses jogos? A fórmula é batida, e a algum tempo não nos surpreendemos com os games de luta exatamente por não haver novidades. A verdade é que esse gênero vem “caindo de produção” de uns tempos pra cá, o que antes era uma febre entre os gamemaniacos deixou de ser sucesso, talvez pela falta do fator inovação, ou simplesmente passou como uma febre que perdurou por alguns anos. A sobrevivência até hoje ainda se dá graças a títulos como Tekken e ao remanescente The King of Fighters.


Apesar da fraca evolução do gênero, ainda temos esperanças na tentativa digamos “desesperada” da Midway em unir Mortal Kombat e o grupo de heróis da DC Comics (a exemplo de Marvel vs Capcom e Street Fighter vs X-men), ou no trabalho artístico da Capcom com Street Fighter IV e seus traços estilizados que mais parecem uma pintura, pois o máximo de inovação que vejo nesse games são essas. Ainda temos também Tekken 6 que apesar de poucas informações apenas se espera belos gráficos, nada além disso como aconteceu nas versões anteriores.
Postado por: Thiago

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Abaixo ao istismo!

As vezes entro em alguns fóruns de discussão e é inevitável me deparar com a guerra mais boba da história da humanidade, a briga entre os istas. Caixistas, Sonystas e Nitendistas discutem tentando provar que a sua empresa de consoles favorita é a o melhor e irá ganhar a famosa guerra dos videogames.

É incrível como um caixista, por exemplo, tem a incapacidade de assumir em público que um determinado jogo multi-plataforma saiu um pouquinho melhor no Playstation 3 ( e vice-versa). Parece até que o Playstation 3, o Xbox 360 e o Wii são três seleções de futebol disputando um copa do mundo, sendo que são apenas três aparelhos com qualidades diferentes que podem ser aproveitadas da melhor maneira possível por um único jogador (que tenha condições financeiras para tal é claro).

É comum você ver em alguns lugares, jogadores que não gostam de Halo só porque ele não faz parte da lista de títulos da Sony, ou até mesmo um nintendista "P" da vida com a Nintendo dizer que gráficos não são importantes e que o que importa é a diversão. Eu pessoalmente não acho que gráfico seja tudo (tanto que já joguei jogos bons, que não tinham o visual que o jogo merecia), porém são importantes sim, e ao meu ver a Nintendo pisou feio na bola se levarmos isso em consideração. Apesar dos gráficos de Game Cube creio que o Wii tenha os seu atrativos. Quem nunca sonhou em jogar um jogo usando os movimentos do corpo?! Eu sonho com o dia em que a Nintendo (ou até mesmo as outras concorrentes) decida juntar gráficos possantes com a tecnologia de captação de movimentos (Wii Remote).

É ai que eu entro com a seguinte pergunta: O que os istas ganham com isso? Onde eles querem chegar com um discussão tão boba e até mesmo infantil? Pergunto isso porque já debati muito sobre isso e cheguei a uma única conclusão, a de que discussões como essa não levam à nada. Caixistas, por que desmerecer o Playstation 3 sendo que existem jogos de qualidade que serão lançados exclusivamente para ele? Sonystas porque demerecer o Xbox 360 só porque a Microsoft não tem tradição no mercado dos videogames? Ou porque os usuários terão que ficar trocando de dvd em dvd para jogar um game muito grande? Por que não (se for possível é claro) aproveitar o que cada um deles tem a oferecer?

Eu assumo sem problemas que gosto muito da Sony! Quando eu era mais novo, não tinha grana, e só consegui comprar um videogame depois de grande, e esse videogame foi justamente o Playstation (PSone). Isso acabou me marcando muito e assim justifico o meu carinho pelos consoles Playstation. Porém não tenho o menor problema em elogiar o Xbox 360 e alguns de seus maravilhosos jogos, como Halo 3, Gears of War e Forza. Hoje com certeza compraria um 360 mesmo gostando do Playstation. Por quê? É simples! Além de ser uma excelente plataforma, está mais viável no momento.


Tem gente que diz que a Microsoft é sacana por vender uma mercadoria com defeito (3rl), mas e a Sony que prometeu uma máquina extremamente superior, mas que até agora não apresentou todo esse poderio? Quem lembra do vídeo de Kill Zone 2 na E3 de 2005? Não existe nenhuma empresa perfeita nesse ramo, coloquem isso em vossas cabeças!

Coloco aqui a minha revolta contra essa bagunça que os istas fazem em ambientes que poderiam ser muito mais agradáveis. Espero que tenham entendido o que eu quiz passar neste texto. Agradeço a atenção e que Deus nos abençoe.

Postado por: Rodrigo

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Game é coisa séria!

Alguns anos atrás falar de realismo virtual soava como comentário de filme de ficção cientifica, escondendo a verdadeira faceta da tecnologia que vinha crescendo consideravelmente e de forma acelerada. De uns tempos pra cá vimos a computação entrar em nossas vidas e ser algo cotidiano, e o que era uma simples diversão eletrônica, nos tempos de Atari hoje se torna um mercado que dá mais lucros e tem maior movimentação financeira que o cinema de Hollywood. Esse é o mercado do entretenimento eletrônico, os videogames, que leva vantagem em relação ao cinema no que diz respeito a tempo e dinheiro, ou seja, tem maior custo para criação e exige mais tempo dos jogadores permitindo um maior envolvimento.

Evidência clara dessa comparação desnecessária (uma vez que cinema e games são duas coisas distintas) é a franquia Metal Gear Solid, que trás para os jogadores de videogame uma realidade mais próxima do cinema com uma trama bem amarrada, isso dá aos jogos um ar mais maduro, mostrando que esse entretenimento eletrônico não é mais coisa de criança. Temos outros títulos que exemplificam bem essa situação, como Grand Theft Auto que dá ao jogador uma experiência de liberdade com seus cenários abertos, Resident Evil e sua trama mais voltada para o terror biológico, entre vários outros, pois a tendência dos títulos futuros é estar cada vez mais cinematográficos.

Fato é que, aqueles jogadores de Enduro no Atari, cresceram e amadureceram junto com os videogames, ou seja, a molecada de hoje nasceu com os games e quem jogava quando criança continua jogando, pois sem dúvida é uma forma de diversão que a cada geração vai aderindo mais adeptos.

Postado por: Thiago

 
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