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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Coming 2010...

Boa notícia para os fãs de RPG, recentemente a Square Enix divulgou na seção de membros de seu site, as imagens promocionais de Final Fantasy XIII. As imagens são três grandes cartazes, cada um na faixada de um prédio em Los Angeles e apresentando um personagem diferente (Vanille, Snow e Lightning). O game está sendo anunciando para 2010.

Ficamos agora no aguardo da data exata, já que os cartazes citam apenas o ano. Eu pessoalmente acredito que seja pelo meio do ano, mas claro que é puro achismo meu.

Postado por: Rodrigo

sábado, 28 de março de 2009

Atacando de maquinista

Assim como o jogo na postagem anterior o game em questão aqui também foi apresentado na GDC (Game Developers Conference) e, na verdade, foi uma grande surpresa principalmente para os fãs de Zelda.

The Legend of Zelda: Spirit Tracks segue a mesma linha da aventura de Wind Waker e Phantom Hourglass, com Linkcabeção”. A jogabilidade parece ser a mesma de Phantom Hourglass, considerando que também será lançado para Nintendo DS, mas o esquema de transporte (via marítima) será diferente, agora o herói irá se locomover através de trilhos.

De acordo com o trailer abaixo, Link também terá a capacidade de controlar inimigos através de invocações para passar por obstáculos e vencer oponentes.


O lançamento deste game está previsto para o fim do ano e até lá iremos acompanhar todas a novidades.

Postado por: Thiago

sexta-feira, 6 de março de 2009

Fable II

Bom galera depois de um tempo me recuperando de uma cirurgia voltei hoje para falar do último jogo que zerei, Fable II da Lionhead Studios para XBox 360. O jogo vem com inovações em relação ao primeiro game, umas boas outras não tão interessantes. Nessa nova versão o jogador pode escolher o sexo de seu personagem que conta com figurinos adequados. A maior inovação no entando é que o personagem ganhou um cão, que por sinal quebra um baita de um galho, já que ele o ajuda a encontrar os tesouros espalhados pelo mundo de Fable.

O sistema de magias mudou também, em Fable II você pode soltá-las infinitamente a qualquer hora sem a necessidade de encher uma barra de mana (comum em jogos de RPG). Cada magia tem o seu nível de força que são adquiridos com XP no decorrer do jogo e para soltar um no nível 5, por exemplo, é preciso pressionar o botão que solta a magia até carregar o nível desejado.

Minha opinião a respeito ( é impossível eu não fazer uma comparação entre este e o primeiro):

- Não quero dizer que o jogo seja ruim (porque não é), mas confesso que esperava mais de Fable II. Não sei se foi por excesso de expectativa, mas não achei ele tão divertido quanto ao primeiro game. Pow, o cão é realmente legal, muito loco! Ele te ajuda muito, tem hora que ele fica com medo e você tem que fazer um agrado para deixá-lo animado novamente para te seguir com mais agilidade, quando ele se fere é preciso curá-lo também.
- Em Fable II a forma mais fácil de se ganhar dinheiro é trabalhando, seja como lenhador, Bartender ou ferreiro. Esse lance de trampar é legal! Porém eu senti a falta do ouro que cai de inimigos derrotados, coisa que todo rpg que se preze tem que ter. Como um bando de bandidos não vai ter ouro em seu esconderijo? Isso é complicado.
- A linha brilhante e dourada que te guia até o objetivo deixou o jogo mais fácil.
- As batalhas ficaram interessantíssimas, com novos movimentos e um sistema câmera lenta bem legal.
- A possibilidade de ter filhos deixou a aventura ainda mais realista.
- Senti a falta de uma variedade de armas e armaduras. Talvez não tenha explorado o mundo direito, sei lá.
- Para um cara como eu, que tem vários jogos em fila para serem zerados, jogos que são praticamente baseados em várias missões extras com uma Story Line curta, não são interessantes.
- O ato de ter um Story Line curta tornou o envelhecimento do personagem muito rápido. Mesmo depois do zeramento é possível continuar jogando e cumprir as missões restantes, talvez ele envelheça mais depois demais jogo.
- Os gráficos são excelentes, com cenários extremamente detalhados! Só poderiam ter caprichado um pouco mais na água.
- As magias ficaram mais bonitas de se ver.
- Me frustrei um pouco porque não consegui deixar o personagem do jeito que queria (rsrs).

Bom, é bem provável que eu tenha esquecido alguma coisa, mas está ai a minha humilde opinião que está longe de ser uma verdade absoluta. Jogue, experimente você mesmo e tire suas próprias conclusões. Até a próxima.

Postado por: Rodrigo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

À volta da dupla Disney e Square

Lançado em 2006 para GBA, Kingdom Hearts: Chains of Memories já era um título diferenciado pelo seu belo gráfico e originalidade. No ano seguinte o Playstation 2 ganha um remake, mas apenas no Japão. No final de 2008 chegou no Ocidente este clássico que vem para tapar os buracos deixados entre Kingdom Hearts 1 e 2. Na verdade quem jogou o game no Gameboy Advance conhece a trama, mas agora aqueles que conhecem a franquia no console da Sony teram suas dúvidas tiradas.

O enredo geral da série conta com vários elementos que deixam a trama confusa, e Kingdom Hearts RE: Chains of Memories explica muito da história geral e apresenta personagens que apareceram “do nada” no segundo game para PS2 como Namine e alguns integrantes da vilania conhecida como “Organization XIII”, colocando os pingos nos is.

Quem jogou Chains of Memories no GBA curtiu a original forma de batalha com o protagonista Sora usando cartões para efetuar ataques e usando os companheiros (Donald e Pateta), summons e magias, e o estilo diferente continua o mesmo na versão para PS2 com a vantagem do visual melhorado. Na minha opinião a inovação do modo de batalha merece elogios, mas eu realmente prefiro o modo em tempo real dos outros games da série.

Olhando os pontos mais técnicos, tem uma trilha sonora ótima que vai desde a abertura do game (destaque para “Simple and Clean” da cantora japonesa Utada Hikaru) até a trilha durante o jogo. Assim como nos anteriores o gráfico é um show à parte, sem a necessidade de filmes durante as animações, ou seja, as animações são apresentadas em tempo real usando o gráfico do game.



Eu recomendo dar um tempo na nova geração e ver que o Playstation 2 ainda respira com este game que é um dos melhores títulos lançados no final de 2008. Não fecha a trilogia da fusão Square/ Disney mas explica muito, eu estava intrigado com o início confuso de Kingdom Hearts 2, até agora!

Postado por: Thiago

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A ovelha negra (1ª Parte)

Pisando em terras desconhecidas, já que não sou fã nem um entusiasta empolgado quando se trata do RPG da Square-Enix, reconheço a importância da série para o universo dos games. Já são muitos anos de FF, e atualmente é referência no gênero RPG. Mas hoje estou aqui para falar sobre o “irmão” apagado pela a evidência de FF XIII, o Versus. O Playstation 3 perdeu a exclusividade da versão original, mas ainda há um trunfo na manga.

Na verdade Final Fantasy Versus XIII não é o único que acompanha o “original”, uma versão com o título FF Agito XIII também será lançado, mas para PSP. Tudo isso faz parte de um projeto chamado Fabula Nova Crystallis, onde os três títulos envolvidos não têm conexão mútua, ou seja, personagens e enredos são únicos em cada game.

Versus tem aquele mesmo ar futurista de Final Fantasy VII (como pode ser percebido no vídeo abaixo), mas foge ao padrão “Fantasy” dos antecessores, este game está mais sombrio e urbano, mais realista, se é que podemos usar este termo, já que o protagonista tem a habilidade de manejar várias armas de forma sobrenatural. Para resumir a ovelha negra entre a franquia de sucesso.



O interessante é a mecânica do jogo, similar a Kingdom Hearts, o jogador tem mais liberdade para deferir golpes ao empunhar espadas e lanças, mas ao usar armas de fogo, a mecânica será similar à FF VII: Dirge of Cerberus. Vamos ver se finalmente um FF vai me chamar a atenção.

Postado por: Thiago

sábado, 1 de novembro de 2008

Fallout 3 (2ª Parte)

Após jogar mais de 10 horas de Fallout 3 tenho de admitir que ele conseguiu prender a minha atenção ao ponto de que não joguei mais nada depois de ter experimentado. Podemos dizer que a produtora do game, Bethesda Softworks, conseguiu unir duas coisas que gosto em jogos, guerras e é claro RPG.



Bom, depois de ter saído da caverna que mencionei no último post, descobri o sistema de batalhas que pra mim é o charme do jogo. Apertando o botão RB você dá um close em seu inimigo podendo mirar em qualquer parte de seu corpo, que você escolhe de acordo com as chances de acerto. Quanto mais perto você estiver do inimigo maiores são as chances de acerto, tiros a queima roupa te dão até 95% de chances para acertar o alvo. Não é toda hora que se pode usar este recurso, pois existe uma barra de AP que mede a quantidade de vezes que você pode usar o sistema, depois de esgotar a barra é necessário que o jogador espere até que ela se encha novamente (questão de 30 segundos) ou o suficiente para um novo tiro. O melhor no sistema é ver a bala arrancando a cabeça dos inimigos em câmera lenta.

Em fallout 3 o personagem tem limite de peso para carregar seus pertences, caso este limite seja ultrapassado o o jogador é impedido de correr, oque não é nada interessante. Pode-se consertar coisas, detonar ou desarmar uma bomba nuclear em uma cidade de refugiados desde que tenha Skill Points para tal.

Abaixo tem um vídeo que mostra um pouco do jogo:


Provavelmente este é o último post sobre este jogo (a não ser que eu zere ele é claro), mas creio que tenha dado pra galera conhecer um pouco, pelo menos o suficiente para dar uma experimentada.

Postado por:
Rodrigo

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Fallout 3 (1ª Parte)

Ontem comecei a curtir Fallout 3 no meu Xbox 360 e parece ser bem interessante. Você começa jogando desde o nascimento do personagem (a mãe morre logo após o parto) que é moldado de acordo com o gosto do jogador. Vamos acompanhando o crescimanto dele e ao mesmo tempo aprendendo coisas novas a respeito do jogo. O personagem, que recebe um nome escolhido pelo jogador, mora em uma espécie de abrigo nuclear que fica abaixo de uma montanha até que seu pai do nada foge do tal abrigo. O Pesonagem se vê obrigado a fugir também e a procurar pistas sobre o paradeiro de seu pai.

Depois de muito tiro o personagem consegue, com a ajuda de uma amiga, fugir do abrigo. Achei interessante a maneira com que a visão do personagem fica embassada ao se deparar com a luz do sol pela primeira vez em sua vida, podia ser um pouco mais demorada mas ficou legal. O mundo está um caos, tudo está destruído, a cidade está em ruínas e completamente inabitada. Não andei muito mas o cenário parece ser enorme e no meio do caminho você pode se deparar com outras pessoas que podem ser neutras com as quais pode conversar, ou inimigos que atiram primeiro e perguntam depois. Você pode pegar os objetos dos inimigos mortos como armas, roupas, medicamentos e por ai vai.

Encontrei um mercador com o qual você pode negociar seus itens, comprar e reparar algum armamento ou vestimenta. O jogo é em primeira pessoa com opção para também jogar em terceira pessoas o que torna o jogo bem menos atrativo. Digo isso porque achei a movimentação do personagem em terceira pessoas meio tosca, ou seja, achei melhor em primeira.

Bom por enquanto é o que tenho a dizer a respeito desse jogo Ação/Rpg, vou jogar mais dele e postar mais informações aqui.


Postado por: Rodrigo

sábado, 27 de setembro de 2008

A máfia japonesa está de volta...

Mais de um ano depois de ser lançado no Japão, Yakuza II dá as caras nos consoles ocidentais. O lançamento foi no dia 09 de setembro e não demorou muito para eu estar com o meu. O jogo conta com 5 capítulos a mais que o primeiro game, o que exigiu um espaço maior de mídia (o jogo é em Dvd9).

O sistema de batalha continua praticamente o mesmo, apenas com umas alterações que tornaram as lutas mais interessantes e até um pouquinho mais fáceis. Alguns especiais ficaram bem legais! A história acontece em dois cenários diferentes, o primeiro é a mesma cidade de Yakuza I e você até passa por lugares que já esteve onde está tudo diferente. O segundo é Kansai de onde vem o vilão dá história Ryuji Goda "O dragão de Kansai".

Confesso que passar por lugares e rever alguns personagens que fizeram parte de Yakuza ficou um pouco repetitivo em alguns pontos, mas nada que estrague o jogo que tem um história interessante e com algumas viradas surpreendentes. O jogo tá muito interessante e apesar de não ser a mesma coisa (creio que nunca será por mais que tentem) é capaz até de matar um pouco da saudade que tenho de Shemmue. Oh saudade...

Esse é com certeza um dos últimos jogos a serem lançados para Playstation 2 e isso já está me deixando com saudades do console... é um jogo que eu recomendo pra quem
gosta da mistura de rpg com ação/luta.

Abaixo tem um trailer do game:



Postado por: Rodrigo

domingo, 21 de setembro de 2008

Final Fantas XII e suas inovações...

Uma coisa é certa, a série Final Fantasy está longe de ficar repetitiva mesmo depois de 12 títulos. Mesmo debaixo das críticas de alguns fãs da franquia, Final Fantasy XII consegue prender a atenção daqueles que o jogam do inicio ao fim. Ele é ambientado em um mundo um pouco parecido com o do Final Fantasy IX, ou seja, um mistura de medieval com futurista, armaduras com naves voadoras.

Não vou focar muito a história, até porque o texto seria enorme, mas posso adiantar que ela nem é tão importante assim perto do que o jogo pode oferecer. A maior inovação do jogo com certeza é o sistema de batalhas que lembra muito um MMORPG. Você tem uma movimentação livre dentro do cenário durante as batalhas, que não são em turnos como nos demais jogos da série. Isso mexeu muito com o pobre coração de alguns fãs que chegam a dizer que FFXII não é FF.

O fato é que realmente o jogo está bem diferente mesmo, os Summons que em FFXII são chamados de Espers são quase inúteis, tanto que dá pra contar nos dedos as vezes que usei um deles enquanto estava jogando; É de longe um dos mais (ou até o mais) longos jogos das séries com seus incontáveis segredos, armas secretas, hunt's, bestiario e rare games para serem completados, isso sem falar na storyline que também é bem legal.


Em FFXII o bam bam bam Omega, grande monstro dos outros games da franquia dá lugar a Yazmat, um dragão enorme que tem nada mais nada menos que 50.000.000 de HP. Se fizer tudo certinho, estando no level 99 e pegando a
s armas certas, você dever conseguir matá-lo em mais ou menos 5 horas. A vantagem é que você pode sair e salvar quantas vezes quiser. Dá até para descansar, dormir, tomar banho, ler um livro, fazer Nº 1 e Nº 2, zerar outro jogo, aprender inglês e espanhol, se formar em uma boa faculdade, casar, ter filhos, viajar pelo mundo que quando você voltar lá, ele estará com o HP do jeito que deixou.


Para ter um jogo desses 100% completo, cálculo que sejam necessárias no mínimo umas 300 horas, agora se quiser seguir apenas a storyline creio que 60 horas sejam o bastante Eu gostei, e muito... Me prendeu ao ponto de jogar 210 horas dele e mesmo assim faltou muita coisa. Recomendo até mesmo para aqueles que não curtem o estilo, já que o novo sistema de batalhas ajuda muito aos mais impacientes com batalhas onde são utilizadas apenas as ações disponibilizadas pelo menu.


Ahhh e uma outra coisa, os gráficos são incrivelmente lindos...

Postado por:
Rodrigo

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Esse rpg é danado de bom...

Ontem eu estava dando uma olhada no site do Final Fantasy Brasil e quase chorei de emoção ao ver a sessão de Final Fantasy VIII. Esse jogo com certeza marcou a minha adolescência, através dele eu descobri o rpg que se tornou um dos meus estilos preferidos se não o preferido. A sensação de nostalgia foi clara! Lembro que eu e um amigo brincávamos com o fato de não conseguirmos zerar esse jogo porque toda as vezes que íamos jogar pra valer, o cd dava pau em algum ponto, dizíamos que era uma maldição, a maldição do Final fantasy VIII (que agora parece está agindo no Final Fantasy X também). Enfim, uns 4 anos depois conseguimos zerar esse jogo que pra mim é um dos melhores rpg's de todos os tempos.

A estória é maravilhosa, o gráficos e os cg's são lindos (para a época é claro), os GF's são massa e a trilha sonora então... No vídeo abaixo, vocês podem assistir ao final deste game, um final que pra mim valeu a pena jogar as aproximadas 100 horas.



Postado por: Rodrigo

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Final Fantasy XIII no Xbox 360

Segundo o site UOL Jogos, O Presidente da Square Enix (produtora da série Final Fantasy) Yoichi Wada anunciou o lançamento de Final Fantasy XIII Para Xbox 360 durante a conferência da Microsoft na E3.

Eu particularmente acho isso bom (apesar de achar que a Sony vacilou feio em deixar isso acontecer), mas com certeza deve ser um chute no saco de muito sonista por ai, pois isso era completamente inesperado. Pelo menos não antes dele ser lançado para o console da Sony.


Postado por: Rodrigo

 
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