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sábado, 12 de setembro de 2009

Dragon Age Origins

Pouco se fala sobre o RPG Dragon Age Origins, da EA e Bioware (mesma de Mass Efect). O que é uma pena. Ele com certeza é um jogo certo na minha lita de fim de ano, que aliás está lotado de bons títulos a serem lançados.

Dragon Age tem o lançamento previsto para Novembro deste ano, e eu acho que ele merecia um espaço maior na mídia, que às vezes fala mais sobre jogos que ainda serão lançados no ano que vem, do que muito títulos bons que estão por vir nos nos próximos 3 meses.



Mais um saindo do forno...

Talvez hoje eu já esteja jogando o Need for Speed Shift, que aparentemente, tá um jogaço. Parece que a EA está querendo cancelar a má impressão deixada pelos últimos jogos da franquia, lançados para a geração atual. Vamos ver se vai conseguir.

Bom, por enquanto to detonando Dirt 2 que aliás é muito bom, eu recomendo. Não tem como gostar de jogos de corrida e não gostar dele.

Segue um vídeo do Shift pra curtirem:

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pronto, baixei...

Baixei e já comecei a jogar o Dirt 2. Muito bom. Esses tpo de jogo me lembra da minha necessidade de comprar uma televisão de LCD. Gráficos muito bem feitos e física interessante, como eu ainda joguei muito pouco dele, é só o que posso dizer de Dirt 2.

domingo, 6 de setembro de 2009

Quase lá...

Pow galera, estou contando as horas pra que caia Dirt 2 da Codemasters na rede, o jogo promete muito. Pelo vídeo, está ainda mais realista que o primeiro, que já é um excelente game de corrida.



Dirt 2 será lançado oficialmente nesta terça feira dia 08 de Setembro, pra praticamente todas as plataformas.

domingo, 30 de agosto de 2009

Confesso que me surpreendi...

Antes dos dois últimos filmes, não gostava de Batman. Não sei porque, mas não curtia muito o homem morcego. Os filmes me fizeram gostar dele, mas o novo jogo me fez virar um fã (paga-pau). Estou falando de Batman: Arkham Asylum, produzido pela Eidos para Xbox 360, Playstation 3 e PC. É simplesmente um dos melhores jogos do ano (na minha humilde opinião). É melhor que Prototype, por exemplo.

O jogo é completamente diferente dos outros jogos do Batman já produzidos. O vilão principal é o Coringa, que logo no inicio, está sendo levado pelo Morcegão para o Arkham Asylum (uma penitenciaria para loucos). Lá o palhaço escapa e provoca um rebelião sem precedentes, e cabe ao nosso homem Morcego resolver a parada. Um lance que eu achei muito legal, é que pelo fato de o Coringa ter libertado todos os internos do Arkham Asylum, você acaba se deparando com uma série de inimigos antigos do morcegão.

Segue abaixo, dois vídeos pra que vocês possam dar uma curtida:




Se aparecer a oportunidade de jogar esse jogo, não a desperdice.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Assassin's Creed 2

Estão ai os vídeos de Assassin's Creed 2 divulgados na E3. O jogo tem lançamento previsto para o natal deste ano. Mal posso esperar! Parece que o ano não está sendo tão ruim quanto eu esperava!




Postado por: Rodrigo

sábado, 13 de junho de 2009

A difereça é gritante...

Esses dias eu estava comentando com alguns amigos meus, sobre adiferença de preços entre jogos para Xbox 360 e PC. É simplismente GRITANTE! Vou tomar como exemplo o site de compras das Lojas Americanas, o Americanas.com, enquanto um jogo (mais recentes) de PC custa em média R$ 99,00 os de Xbox custam mais de R$ 250,00. Absurdo! O que mais me deixa indignado é que a Microsoft lançou o seu console oficialmente aqui no Brasil, como ela ousa cobrar tão caro pelos seus jogos.


Depois ainda querem combater a pirataria, desse jeito não conseguirão nunca.

POstado por: Rodrigo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ação Relâmpago

Ontem na E3 finalmente foi anunciado o título do novo projeto de Kojima, Metal Gear Solid: Rising. O mais interessante do anúncio é que o game será lançado para Xbox 360 (!!!), assim como PS3 e PC.


Contudo ainda há questões a serem respondidas, como o significado da mascara neste site teaser, e o subtítulo Lightning Bolt Action, que pode ser a mudança do estilo espinagem tática (Tactical Espionage Action) para uma ação mais "frenética", por assim dizer. A data de lançamento não foi anunciada.

Postado por: Thiago

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Pra nos deixar ainda mais na vontade...

Recentemente a Activision revelou mais um vídeo de Modern Warfare 2. Dessa vez o vídeo é mais revelador e mostra um pouco do visual do game, o que nos deixa ainda mais ansiosos para que chegue o final do ano. Mas sem mais lenga lenga, segue abaixo o vídeo:



Postado por: Rodrigo

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Assassin's creed 2

Fala galera, li esse preview de Assassin's Creed 2 e decidi postá-lo aqui pra vocês darem uma lida. Escrito por Pablo Raphael do Hardgamer (blog sobre vídeo games da MTV), o texto traz vários detalhes de como será a tão aguardada (pelo menos por mim) continuação de Assassin's Creed. Confiram:


Lembram de Assassin's Creed? Jogaço da Ubisoft lançado em 2007, chamava a atenção pelos gráficos de suas cidades enormes, que reproduziam o Oriente Médio da época das Cruzadas. Lá, você controlava Altair, um membro do culto dos Assassinos e devia se infiltrar nas cidades ocupadas e passar a faca nos líderes dos cavaleiros invasores.

Quem jogou sabe que em paralelo rolava uma história futurista, com um dos descendentes de Altair, Desmond. Desde o começo eramos apresentados à Animus, uma máquina que lia a memória genética do personagem e assim viviamos as aventuras do encapuzado nas ruas de Jerusalém, Damascus e Acre - não, não é esse Acre. É uma cidade no Oriente, que existe de verdade.

A produtora francesa Ubisoft anunciou recentemente a continuação do jogo. Assassin's Creed 2 avançara a trama do game original, mas de uma forma diferente: avançando no tempo, para outro assassino, descendente de Altair. Saem as ruas empoeiradas de Jerusalém de 1191, entra em cena as belas e ricas cidades italianas do Renascimento, em 1476. O herói encapuzado da vez é Ezio Auditore de Firenze. A primeira cidade revelada para o novo Assassin's Creed é Veneza mas especula-se que Florença, cidade natal do personagem e Roma também apareçam no jogo.

A Ubi revelou, em uma matéria publicada na revista gringa Game Informer, algumas das inovações de AC2. De cara, Ezio sabe nadar. Altair não sabia. Bastava ele cair na água para morrer afogado. Como Veneza é famosa por seus canais, dá para imaginar missões em que a água será um elemento fundamental. O novo assassino também é mais habilidoso no uso de armas. Poderá pegar armas dos inimigos caídos ou mesmo desarma-los durante o combate. Ezio poderá usar diversas armas, como espadas, maças, machados e até martelos. Além disso, ele conta com a famosa lâmina retrátil do primeiro jogo, agora equipada nas duas mãos.

Aliás, em uma das primeiras revelações feitas sobre o jogo, foi mostrado o mecanismo de lâmina retrátil em um desenho do artista Leonardo Da Vinci, contemporâneo de Ezio. O mestre Da Vinci será amplamente citado no jogo e é provável que seu estúdio seja um dos cenários. Será que Da Vinci era um membro da seita dos Assassinos?

Dessa vez, o mundo do jogo terá passagem do tempo, ou seja, ciclo de dia e noite, o que deve resultar em efeitos de iluminação bacanas e missões de infiltração no escuro. Os inimigos dessa vez serão mais espertos e alguns serão treinados para procurar pelos esconderijos de Ezio, como montes de feno, por exemplo.

Uma das maiores reclamações dos jogadores era a repetição excessiva das sub-missões de Pick Pocket - literalmente, bater carteira - e de Eavesdroping, nas quais Altair tinha que ouvir a conversa alheia para descobrir a localização de seus alvos. Não eram tão chatas, mas eram muito frequentes. Bem, a Ubisoft acabou com elas em Assassin's Creed 2. O jogo ainda terá o sistema estruturado de missões que se repetem, mas ao invés de serem as mesmas seis missões do primeiro AC, a Ubi diz que em Assassin's Creed 2 serão 16 tipos de missão.

Assassin's Creed 2 está em desenvolvimento para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 e deve chegar às lojas no final do ano.

Fonte:
http://mtv.uol.com.br/hardgamer/blog/preview-assassins-creed-2

Postado por : Rodrigo

Nas curvas de um projétil

Quando o game é baseado em longa-metragem, muita gente já torce o nariz, pois o histórico de jogos, nesse estilo, não é dos mais positivos. Infelizmente bons enredos mostrados em filmes não são bem adaptados nos videogames, mas nesse caso eles acertaram um “headshot em curvilínea”.

Sucesso no cinema pelos efeitos e ação despretensiosa, Wanted (O Procurado) se destacou por mostrar seqüências de tiros um tanto quanto absurdas, com balas se encontrando e disparos em efeito. Em Wanted: Weapons of Fate não é diferente.

A trama do game se passa logo após os incidentes ocorridos no filme, quando o protagonista Wesley Gibson procura respostas sobre seus pais, e acaba entrando em mais um confronto com a Fraternidade (antigo grupos de assassinos), agora a nível global. O longa só mostra a fraternidade de Chicago, no jogo aparecem “filiais” na Rússia e França. Aos poucos partes do passado de Wesley são revelados e sempre através de flashbacks, onde ficamos no controle do assassino Cross, pai do protagonista.





A jogabilidade do game, mostra o bom trabalho da GRIN (desenvolvedora do game), com uma ação frenética do começo ao fim, onde se usa todas as habilidades sobre-humana dos personagens, como o bullet-time (seqüência em câmera lenta dando maior precisão aos disparos) e a capacidade curvar balas, mostrada no filme. Outro momento de destaque desse game é as seqüências de ação rápida, onde temos que acertar inimigos e balas no momento certo para avançar na animação (bem ao estilo da seqüência da invasão à tecelagem mostrada no filme).



Por ser um jogo bem intenso e sem muita variação no estilo, o game é curto. Também não exige muito do jogador, tem controles fáceis e intuitivos, uma boa pedida para quem quer diversão rápida e curtiu (no meu caso) o filme, mas já vou dizer, boa parte do elenco original aparece, menos a Angelina Jolie!

Postado por: Thiago

domingo, 14 de dezembro de 2008

O "Príncipe Sem Nome" está de volta!

O que dizer desse jogo?! Ele é simplesmente maravilhoso! Gostei muito dele porque ele é simples, bonito, gostoso de se jogar. É claro que não é perfeito, com um ou dois bugs que não atrapalham o andamento do jogo e o fato que que as vezes o jogo se torna bem fácil. Prince of Persia, produzido e desenvolvido pela Ubisoft, resgatou a diversão que havia nos antigos jogos de plataforma como Crash Bandicoot e Mario 64 do PSone e Nintendo 64 respectivamente. Provavelmente não seja melhor que os jogos citados mas POP me fez lembrar dos velhos tempos. O visual é lindo! O estilo cel-shading caiu como uma luva para o jogo.

Apesar de haver alguns movimentos já presentes na trilogia para Playstation 2, o jogo foi todo reformulado. O príncipe sem nome é o mesmo dos anteriores, só que este game se passa em algum momento não especificado de sua vida e sua personalidade está bem diferente. Com bom humor, piadinhas e pequenas ironias o personagem ficou bem carismático. O sistema de batalhas não é livre igual aos outros, é meio complicado para se explicar então vou deixá-los na curiosidade. Posso adiantar apenas que é bem legal.

Outra coisa que achei legal (uma das coisas mais feras no jogo) é o entrosamento do príncipe sem nome com Elika, sua parceira. Eles se conhecem no inicio do jogo, quando em seguida Ahriman é liberado e corrompe todo o mundo em trevas. Ele então decide ajudar Elika e é quando os dois formam uma das duplas mais sincronizadas dos videogames, com uma AI bem legal. Ela o ajuda durante as batalhas e o que em parte deixa o jogo mais fácil é o fato de ela não te deixar morrer. Isso mesmo, você nunca morre em POP, porque Elika sempre dá um jeito de te salvar, caso caia em um abismo durante uma sequência de plataformas por exemplo, ela te segura e o leva de volta onde começou os saltos.



Esse jogo foi feito para se explorar o ambiente, onde você precisa derrotar uma sequência de chefes para tirar a corrupção do local onde estão, para assim liberar novas áreas à serem exploradas onde haverão mais chefes para serem derrotados. Ufa! Deu para entender?

Bom acho que é isso, não me lembro de mais nada pra dizer além de repetir que gostei muito, aliás, gostei mais ainda quando o final deixou claro que haverá uma sequência.

Postado por: Rodrigo

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dois jogos de peso...

Essa semana comecei a jogar mais dois jogos, Far Cay 2 e Call of Duty 5: World at War. Gostei de ambos.

Não joguei muito o primeiro Far Cry, mas do pouco que vi dá pra ver que a sequência é uma completa reformulação. Nesse jogo você precisa literalmente de um carro para chegar em determinados objetivos, pois o mundo de Far Cry 2 (o jogo se passa em um país da África) é realmente grande. O relógio passa em "tempo real", ou seja, você vê o dia passando e a noite chgando. O legal é que o mundo não é apenas aquele campo enorme e aberto, tem lugares com mata fechada onde você pode passar apenas por estradas, savanas, favelas, vilarejos, rios onde você pode usar barcos e um deserto ( foi tudo o que eu pude ver até agora). Me parece que na versão multiplayer tem como o jogador criar os próprios mapas para jogar com seus amigos, mapas que podem ser usados online também, já que os mesmos podem ser distribuídos pela rede.

Outra coisa interessante é que quando você pega uma arma do inimigo que esteja velha, ao usar ela pode travar no meio do tiroteio e você tem que arrumar ela apertando o botão X (versão para 360). Você pode aceitar varias missões aleatórias durante o jogo, onde o pagamento é feito com diamantes que por sua vez são usados para compra de armas e upgrades das mesmas. Há também os diamantes secretos que estão espalhados pelos cenários e podem ser localizados com a ajuda se seu aparelho de GPs.Não joguei muito para dar um veredito final (estou com apenas com 4% de jogo), ouvi dizer que as missões são meio repetitivas, mas até agora venho gostando.



Confesso que não estava muito animado com o novo call Of Duty pelo simples fato de ser mais um baseado na segunda grande guerra, mas grande mesmo foi a minha surpresa ao constatar que Call off Duty 5: World at War é uma jogo diferenciado. Eu realmente não tenho muitas palavras para descrever esse jogo então vou resumir em uma palavra, Maravilhoso. Além é claro de alguns detalhes: graficamente é bem parecido com o Call 4, os cenários é que são bacanas, por exemplo, no inicil você começa em uma praia e logo você está subindo um rio em mata fechada onde os inimigos se fingem de mortos ou sobem em árvores para te pegar desprevenido. Talvez esse não seja o melhor Call of Duty, porém ele com certeza vale cada esforço que você fizer para jogá-lo.

Sem Falar na voz de Kiefer Sutherland (o Jack Bauer de 24 horas) que dubla um dos sargentos que te dá as ordens durante o jogo, o cara é muito bom!



Postado por: Rodrigo

sábado, 1 de novembro de 2008

Fallout 3 (2ª Parte)

Após jogar mais de 10 horas de Fallout 3 tenho de admitir que ele conseguiu prender a minha atenção ao ponto de que não joguei mais nada depois de ter experimentado. Podemos dizer que a produtora do game, Bethesda Softworks, conseguiu unir duas coisas que gosto em jogos, guerras e é claro RPG.



Bom, depois de ter saído da caverna que mencionei no último post, descobri o sistema de batalhas que pra mim é o charme do jogo. Apertando o botão RB você dá um close em seu inimigo podendo mirar em qualquer parte de seu corpo, que você escolhe de acordo com as chances de acerto. Quanto mais perto você estiver do inimigo maiores são as chances de acerto, tiros a queima roupa te dão até 95% de chances para acertar o alvo. Não é toda hora que se pode usar este recurso, pois existe uma barra de AP que mede a quantidade de vezes que você pode usar o sistema, depois de esgotar a barra é necessário que o jogador espere até que ela se encha novamente (questão de 30 segundos) ou o suficiente para um novo tiro. O melhor no sistema é ver a bala arrancando a cabeça dos inimigos em câmera lenta.

Em fallout 3 o personagem tem limite de peso para carregar seus pertences, caso este limite seja ultrapassado o o jogador é impedido de correr, oque não é nada interessante. Pode-se consertar coisas, detonar ou desarmar uma bomba nuclear em uma cidade de refugiados desde que tenha Skill Points para tal.

Abaixo tem um vídeo que mostra um pouco do jogo:


Provavelmente este é o último post sobre este jogo (a não ser que eu zere ele é claro), mas creio que tenha dado pra galera conhecer um pouco, pelo menos o suficiente para dar uma experimentada.

Postado por:
Rodrigo

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Fallout 3 (1ª Parte)

Ontem comecei a curtir Fallout 3 no meu Xbox 360 e parece ser bem interessante. Você começa jogando desde o nascimento do personagem (a mãe morre logo após o parto) que é moldado de acordo com o gosto do jogador. Vamos acompanhando o crescimanto dele e ao mesmo tempo aprendendo coisas novas a respeito do jogo. O personagem, que recebe um nome escolhido pelo jogador, mora em uma espécie de abrigo nuclear que fica abaixo de uma montanha até que seu pai do nada foge do tal abrigo. O Pesonagem se vê obrigado a fugir também e a procurar pistas sobre o paradeiro de seu pai.

Depois de muito tiro o personagem consegue, com a ajuda de uma amiga, fugir do abrigo. Achei interessante a maneira com que a visão do personagem fica embassada ao se deparar com a luz do sol pela primeira vez em sua vida, podia ser um pouco mais demorada mas ficou legal. O mundo está um caos, tudo está destruído, a cidade está em ruínas e completamente inabitada. Não andei muito mas o cenário parece ser enorme e no meio do caminho você pode se deparar com outras pessoas que podem ser neutras com as quais pode conversar, ou inimigos que atiram primeiro e perguntam depois. Você pode pegar os objetos dos inimigos mortos como armas, roupas, medicamentos e por ai vai.

Encontrei um mercador com o qual você pode negociar seus itens, comprar e reparar algum armamento ou vestimenta. O jogo é em primeira pessoa com opção para também jogar em terceira pessoas o que torna o jogo bem menos atrativo. Digo isso porque achei a movimentação do personagem em terceira pessoas meio tosca, ou seja, achei melhor em primeira.

Bom por enquanto é o que tenho a dizer a respeito desse jogo Ação/Rpg, vou jogar mais dele e postar mais informações aqui.


Postado por: Rodrigo

sábado, 6 de setembro de 2008

Motivo para os Demônios chorarem

Quem não se lembra do sucesso da primeira versão de Devil May Cry lançado para Playstation 2? O game que era um projeto da quarta versão de Resident Evil fugia totalmente do enredo e daí nasceu a franquia que mistura gráficos 3D e ação frenética antes apenas visto em games de plataforma. Em seus altos e baixos a série lançada pela Capcom já está no número quatro.

Devil may cry 4 vem com a mesma fórmula das versões anteriores, pancadaria incessante e facetas com ar de deboche por parte do protagonista meio demônio Dante. Por falar em protagonista, desta vez Dante não estrela o game sozinho, o jovem Nero (e clone de Dante) tem grande importância no enredo do quarto game da série, game este lançado para Xbox 360 e Playstation 3. Na verdade Nero com sua “mão do demônio” é o real protagonista do game, onde toda trama rola em torno do personagem.

Assim como em Devil May Cry 3, o jogador tem a disposição os estilos de batalha: Trickster, Swordmaster, Gunslinger e Royal Guard. O grande diferencial é a troca de estilo durante a ação, onde também é possível a troca de armas no meio da fase.

Para encerrar, Devil May Cry 4 é o tipo de jogo para aqueles fãs da ação incessante, com gráficos soberbos principalmente ao acompanhar as cenas não jogáveis, mas tem um enredo sem muitas surpresas, sem falar na jogabilidade repetitiva, fato esse que reflete sua popularidade, se comparado com o primeiro game da série.


Postado por: Thiago

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Tomb Raider: Underworld

Tá aí uma série que sempre me chamou a atenção!

Sendo assim, eu não poderia deixar de falar da nova aventura de Lara Croft em Tomb Rider: Underworld. Esse jogo marca a estréia da arqueóloga na nova geração de consoles. O jogo deve ser lançado para Playstation 3, Xbox 360, PC, Wii, DS e Playstation 2 com uma atenção especial para as três primeiras plataformas.

O game é baseado em uma lenda relacionada ao calendário maia que tem 360 dias. Reza essa lenda que durante os outros 5 dias que separam um ano do outro, um portal para o inferno é aberto, dai o nome do jogo. Underworld chega no final do ano repleto de novidades, como o novo sistema de combate que permite que Lara use ataques físicos como chutes e socos, ela poderá usar objetos do cenário também, como barras de ferro e pedaços de madeira, além de usar técnicas de distração para acabar de vez com a "bandidagem".

Segundo os produtores a AI dos inimigos (ponto fraco dos jogos anteriores) foi aprimorada e agora até emboscadas em grupo eles conseguem realizar. Os animais estão mais espertos e atacam caso se sintam ameaçados. Apesar de continuar sendo um jogo de plataforma, os cenários serão mais livres, ou seja, o jogador poderá pegar vários caminhos diferentes para chegar ao mesmo objetivo.

Apesar de ser considerada uma série em declínio por muitos jogadores, creio que Tomb Rider: Underworld vem para mostrar que Lara Croft está longe de se aposentar.



Postado por: Rodrigo

 
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