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Mostrando postagens com marcador PSP. Mostrar todas as postagens
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sábado, 12 de setembro de 2009

Mais um saindo do forno...

Talvez hoje eu já esteja jogando o Need for Speed Shift, que aparentemente, tá um jogaço. Parece que a EA está querendo cancelar a má impressão deixada pelos últimos jogos da franquia, lançados para a geração atual. Vamos ver se vai conseguir.

Bom, por enquanto to detonando Dirt 2 que aliás é muito bom, eu recomendo. Não tem como gostar de jogos de corrida e não gostar dele.

Segue um vídeo do Shift pra curtirem:

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pronto, baixei...

Baixei e já comecei a jogar o Dirt 2. Muito bom. Esses tpo de jogo me lembra da minha necessidade de comprar uma televisão de LCD. Gráficos muito bem feitos e física interessante, como eu ainda joguei muito pouco dele, é só o que posso dizer de Dirt 2.

domingo, 6 de setembro de 2009

Quase lá...

Pow galera, estou contando as horas pra que caia Dirt 2 da Codemasters na rede, o jogo promete muito. Pelo vídeo, está ainda mais realista que o primeiro, que já é um excelente game de corrida.



Dirt 2 será lançado oficialmente nesta terça feira dia 08 de Setembro, pra praticamente todas as plataformas.

domingo, 21 de junho de 2009

Metal Gear de bolso

Fala galera! Eis o vídeo de apresentação do próximo Metal Gear para PSP na E3, Metal Gear Solid : Peace Walker que tem lançamento previsto para 2010. O vídeo começa com uma pequena palestra do mestre Hideo Kojima e logo em seguida vem cenas do jogo.


Acho que compro um PSP só pra zerar ele.

Se 1 Big Boss Já incomodava muita gente, imaginem 4!

Postado por: Rodrigo

sábado, 13 de junho de 2009

Vendas no mês de maio

Consoles:

Nintendo DS: 634 mil (-39%)
Wii: 290 mil (-15%)
Xbox 360: 175 mil (0%)
Playstation 3: 131 mil (+3%)
Playstation 2: 117 mil (-32%)
PSP: 100 mil (-13%)

Jogos:

UFC 2009 Undisputed – Xbox 360 – THQ – 680 mil
Wii Fit w/ Balance Board – Wii – Nintendo – 353 mil
EA Sports Active Bundle – Wii – EA – 346 mil
UFC 2009 Undisputed – PS3 – THQ – 334 mil
inFamous – PS3 – Sony – 176 mil
Pokemon Platinum Version – Wii – Nintendo – 169 mil
Mario Kart w/ wheel – Wii – Nintendo – 158 mil
Punch Out!! - Wii – Nintendo – 157 mil
X-Men Origins Wolverine Uncaged edition – 360 – Activision – 121 mil
Wii Play w/ remote – Wii – Nintendo – 110 mil

Os percentuais são em relação ao mês anterior (Abril)

Fonte: NPD Group

Postado por: Rodrigo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Retribuição

A surpresa é o tempero do sucesso, essa frase se aplica muito bem a Resistance: Retribution, game exclusivo para PSP lançado em Março deste ano. Surpreendeu por ser, diferente do primeiro título da franquia para Playstation 3, um game realmente acima da média (talvez por não ter tido expectativas). Outro motivo de surpresa foi o fator exclusividade, em épocas onde são quase nulas, dando uma sobre-vida ao PSP que, convenhamos, não é muito feliz no quesito “bons títulos únicos”.

Algumas mudanças adaptaram o game para PSP, mudanças que fizeram diferença na boa aceitação do game, começando pelo gráfico e som que usaram bem a capacidade do portátil. A ação está consideravelmente estável, migrando do estilo 1ª pessoa para 3ª, e os controles bem adaptados ao limitado console do portátil. O protagonista se movimenta através do pequeno analógico, os tiros são disparados pelo R acima, enquanto os outros botões são responsáveis por ações como recarregar arma, ativar botões, trocar arma. A resposta para os comandos são rápidos e o sistema de mira automática facilita o avanço do jogo. Outro ponto que facilita o game é a inteligência artificial fraca, com ações inimigas muito previsíveis, não exigindo muito na tomada de decisões.

Vamos a trama: os fatos de Resistance: Retribution acontecem entre o primeiro e segundo título do PS3, onde James Grayson (ex-combatente do exercito britânico) depois de matar o próprio irmão por conta de uma infecção causada pelos invasores, vai atrás dos Chimeras procurando vingança. Em meio à esse fato, uma história envolvente se desenrola, com os Chimeras avançando na invasão e o exercito britânico enfrentando a ameaça e intervindo na tentativa do protagonista em alcançar seu objetivo.


Para finalizar, vale destacar o modo de interação com o PS3 chamado Retribution Connect, que faz conexão com o game Resistance 2, desbloqueando extras, como novas armas e novos cenários, chamando a atenção para o replay do game. Com essa conexão ainda se pode usar o DualShock 3 ou Sixaxis para jogar o Retribution no PSP. Outro destaque é o multipayer, que coloca a disposição grande quantidade de modos (entre eles, Deathmatch, Capture to Flag e Last Man Stading), seja por rede local ou online. Realmente eu não esperava tanto desse Resistance portátil!!!

Postado por: Thiago

segunda-feira, 1 de junho de 2009

PSP de cara nova...

Segue abaixo as imagens do novo PSP, o PSP Go da Sony com lançamento previsto para o fim do ano:





Postado por: Rodrigo

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Posso realmente ser o herói?

Já deve ter ficado claro que sou fã dos antigos jogos de plataforma em 2D que fizeram parte da minha infância (bons tempos aqueles de Super Mario 3), a pouco tempo me deparei com um game de PSP que me chamou a atenção. Lançado em Fevereiro deste ano, Prinny: “Can I Really Be the Hero? segue bem a linha dos games clássicos em 2D para as plataformas 16bits (SNES e Megadrive) e até alguns títulos do PsOne, como Klonoa, por exemplo. Apesar dos gráficos simples, são bem trabalhados com texturas estilizadas, cenários coloridos e leves movimentos de câmera, dando ao game características 3D numa joabilidade 2D.

O enredo conta a historia dos Prinnies, pingüins que...calma aí, antes de entrar na trama do game em questão é preciso falar de sua origem. Em 2003 a Nippon Ichi Soft lançou Disgaea, um game no estilo RPG, neste game pingüins como Prinny possuem características explosivas e povoam o mundo dos mortos servindo os senhores do submundo. Em Prinny: “Can I Really Be the Hero?” o enredo se inicia quando a Etna (senhora do submundo) recruta seu batalhão de pingüins (mil Prinnies para ser exato) para conseguir os ingredientes para fazer sua sobremesa favorita, que havia sido roubada.

O objetivo do jogo (meio bobo, por assim dizer) já mostra o bom humor que desenrola a aventura, na verdade o ponto alto do game é esse mesmo, o bom humor, que vai desde os diálogos cômicos até os cenários variados e coloridos que propiciam situações engraçadas. Os mundos em que os Prinnies precisam passar para chegar ao objetivo vão de florestas até fortalezas lembrando as aventuras de Super Mario. Outra coisa que lembra o bigodudo da Nintendo é as ações de Prinny, que são bem limitadas, ou seja, se resumindo à pular (pulo duplo), correr, atacar com pulos na cabeça dos inimigos e espadadas.



Prinny: “Can I Really Be the Hero?” é o típico jogo para agradar todos o gamers, tanto os mais novos quanto aqueles que se divertiram jogando Kirby’s Dream Land no SNES (meu caso), principalmente para aqueles que buscam dificuldade razoavelmente desafiadora. É diversão certa no PSP, falando em PSP, peço desculpas por praticamente não falarmos nos games da plataforma, e apesar das poucas novidades iremos dar mais importância ao pequeno notável da Sony.

Postado por: Thiago

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Espartano de bolso

Já que não temos praticamente nenhuma informação sobre God of War 3, vamos falar um pouco da sua versão para o portátil da Sony. Sempre que vejo um game para PSP fico boquiaberto com tamanha qualidade gráfica, mas com Chains of Olympus eles apelaram, o pequeno notável da Sony mostrou seu poder e mais uma vez me surpreendeu.

Em relação a história, os acontecimentos de Chains of Olympus decorrem antes dos outros jogos, durante o período em que o protagonista Kratos fazia uns “servicinhos sujos” para Ares (deus da guerra) um pouco depois da morte de sua família (na verdade esse fato tem importância no enredo do game). A introdução do game se passa na cidade Ática, onde o anti-herói tem que confrontar o exército persa. Na verdade isso é só o início, o restante do enredo é uma história totalmente diferente e bem alinhada levando em consideração às oito horas (mais ou menos) de jogo.

De início os controles são estranhos, com os R e L definindo as funções dos comandos e o problema de não ter um segundo analógico, mas logo se acostuma. Com esse problema contornado, é só alegria, ou não, o teor de violência do game está fiel à série que esbanja sangue e carnificina, fazendo a censura trabalhar contra a diversão.

A Ready at Dawn está de parabéns pelo desenvolvimento desta versão e se você tem dúvidas com relação ao PSP, é só jogar Chains of Olympus, o problema é ter que esperar sem nenhuma previsão a sua versão para a nova geração.


Postado por: Thiago

 
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