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Mostrando postagens com marcador Wii. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pronto, baixei...

Baixei e já comecei a jogar o Dirt 2. Muito bom. Esses tpo de jogo me lembra da minha necessidade de comprar uma televisão de LCD. Gráficos muito bem feitos e física interessante, como eu ainda joguei muito pouco dele, é só o que posso dizer de Dirt 2.

domingo, 6 de setembro de 2009

Quase lá...

Pow galera, estou contando as horas pra que caia Dirt 2 da Codemasters na rede, o jogo promete muito. Pelo vídeo, está ainda mais realista que o primeiro, que já é um excelente game de corrida.



Dirt 2 será lançado oficialmente nesta terça feira dia 08 de Setembro, pra praticamente todas as plataformas.

sábado, 13 de junho de 2009

Vendas no mês de maio

Consoles:

Nintendo DS: 634 mil (-39%)
Wii: 290 mil (-15%)
Xbox 360: 175 mil (0%)
Playstation 3: 131 mil (+3%)
Playstation 2: 117 mil (-32%)
PSP: 100 mil (-13%)

Jogos:

UFC 2009 Undisputed – Xbox 360 – THQ – 680 mil
Wii Fit w/ Balance Board – Wii – Nintendo – 353 mil
EA Sports Active Bundle – Wii – EA – 346 mil
UFC 2009 Undisputed – PS3 – THQ – 334 mil
inFamous – PS3 – Sony – 176 mil
Pokemon Platinum Version – Wii – Nintendo – 169 mil
Mario Kart w/ wheel – Wii – Nintendo – 158 mil
Punch Out!! - Wii – Nintendo – 157 mil
X-Men Origins Wolverine Uncaged edition – 360 – Activision – 121 mil
Wii Play w/ remote – Wii – Nintendo – 110 mil

Os percentuais são em relação ao mês anterior (Abril)

Fonte: NPD Group

Postado por: Rodrigo

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pensei que tinha ido à lona

Quando a gente menos espera olha quem retorna!!! Quem diria que 15 anos depois de Super Punch-Out!! (SNES) iriamos ver o jovem boxeador Little Mac outra vez!?!? Pois é, esse mês saiu Punch-Out!! Wii, como o próprio título diz é a mais nova versão lançada para o atual console da Nintendo.

A Nintendo prima pela simplicidade, e se for apoiada por um pé de influência aos clássicos então...Punch-Out!! Wii está mais para um remake do original lançado para Nintendinho, do que uma seqüência de “Super PO!!”. As grandes novidades ficam mesmo no gráfico 3D em Cell-Shading, que dão ao jogo o humor que combina bem ao estilo desenho animado; e os reforços dos controles Wii Remote, do Nunchuck e ainda do Wii Balance Board, que apesar disso, não muda em nada a engine do game, comparado ao primeiro Punch Out!!.



O jogo em si conta com 13 lutadores, menos que a versão para SNES que possui 20, a grande maioria velhos conhecidos dos gamers mais antigos, podendo ser jogados no modo carreira, onde Little Mac precisa ganhar 3 campeonatos para se consagrar campeão. Também há os modos de exibição (luta simples) e multiplayer, que desanima por dividir a tela. Algo que chama a atenção é o fato de, ao final do modo carreira, defender o cinturão enfrentando os outros lutadores, dessa vez em um nível mais difícil.


Fico feliz em ver a volta de um game que fez parte da minha infância (assim como outros que posto aqui), pra mim é a celebração do sucesso de 20 anos atrás, visto que tem mais características que remetem a versão para o 8bits da Nintendo, comparando a versão SNES. Desconsiderando altos e baixos vale a nostalgia e a diversão proporcionada.

Postado por: Thiago

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Kart acelerado

De acordo com a consultoria Top Global Markets, Mario Kart Wii da Nintendo foi o game mais vendido em 2008, com 8,9 milhões de unidades vendidas mostrando que, apesar da inferioridade gráfica em relação aos outros consoles da geração, a Nintendo ainda mostra o poder de sua plataforma. Para fortalecer essa idéia, o segundo lugar foi para outro título da Nintendo: o Wii Fit (um simulador de atividades físicas) com 8,31 milhões de unidades vendidas. Grand Theft Auto IV ficou em terceiro, com 6,32 milhões de cópias, o Nintendo Wii aparece mais uma vez em quarto com Super Smash Brawl e Call of Duty: World at War (Xbox 360 e Playstation 3) em quinto. Vale lembrar que essa pesquisa foi feita apenas nos Japão, EUA e Reino Unido.





Postado por: Thiago

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dois jogos de peso...

Essa semana comecei a jogar mais dois jogos, Far Cay 2 e Call of Duty 5: World at War. Gostei de ambos.

Não joguei muito o primeiro Far Cry, mas do pouco que vi dá pra ver que a sequência é uma completa reformulação. Nesse jogo você precisa literalmente de um carro para chegar em determinados objetivos, pois o mundo de Far Cry 2 (o jogo se passa em um país da África) é realmente grande. O relógio passa em "tempo real", ou seja, você vê o dia passando e a noite chgando. O legal é que o mundo não é apenas aquele campo enorme e aberto, tem lugares com mata fechada onde você pode passar apenas por estradas, savanas, favelas, vilarejos, rios onde você pode usar barcos e um deserto ( foi tudo o que eu pude ver até agora). Me parece que na versão multiplayer tem como o jogador criar os próprios mapas para jogar com seus amigos, mapas que podem ser usados online também, já que os mesmos podem ser distribuídos pela rede.

Outra coisa interessante é que quando você pega uma arma do inimigo que esteja velha, ao usar ela pode travar no meio do tiroteio e você tem que arrumar ela apertando o botão X (versão para 360). Você pode aceitar varias missões aleatórias durante o jogo, onde o pagamento é feito com diamantes que por sua vez são usados para compra de armas e upgrades das mesmas. Há também os diamantes secretos que estão espalhados pelos cenários e podem ser localizados com a ajuda se seu aparelho de GPs.Não joguei muito para dar um veredito final (estou com apenas com 4% de jogo), ouvi dizer que as missões são meio repetitivas, mas até agora venho gostando.



Confesso que não estava muito animado com o novo call Of Duty pelo simples fato de ser mais um baseado na segunda grande guerra, mas grande mesmo foi a minha surpresa ao constatar que Call off Duty 5: World at War é uma jogo diferenciado. Eu realmente não tenho muitas palavras para descrever esse jogo então vou resumir em uma palavra, Maravilhoso. Além é claro de alguns detalhes: graficamente é bem parecido com o Call 4, os cenários é que são bacanas, por exemplo, no inicil você começa em uma praia e logo você está subindo um rio em mata fechada onde os inimigos se fingem de mortos ou sobem em árvores para te pegar desprevenido. Talvez esse não seja o melhor Call of Duty, porém ele com certeza vale cada esforço que você fizer para jogá-lo.

Sem Falar na voz de Kiefer Sutherland (o Jack Bauer de 24 horas) que dubla um dos sargentos que te dá as ordens durante o jogo, o cara é muito bom!



Postado por: Rodrigo

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Let’s Rock

Semana passada foi lançada a mais nova versão do game de sucesso entre gamers e roqueiros – Guitar Hero: World Tour – e esse lançamento me faz pensar: Como um game, onde o gráfico pouco importa e sua ação é quase nula, chama tanta atenção? Esse questionamento na verdade é um preconceito gerado por aqueles que simplesmente julgam o jogo sem te-lo experimentado (o meu caso). A coisa vai muito mais alem de botões apertados no segundo certo.

Guitar Hero é o tipo do jogo que simula de forma intuitiva as notas de uma guitarra e faz o jogador sentir a melodia como se realmente estivesse tocando o instrumento real, isso é a formula do sucesso desse game lançado pela Activision e desenvolvido pela NeverSoft. Tocar Purple Haze (Jimmy Hendrix) e Hotel Califórnia (Eagles) sem ao menos conhecer uma nota! Isso é o diferencial desses games musicais (nessa onda temos também Rock Band da Harmonix e Rock Revolution da Konami).

Os videogames e a música nunca andaram por caminhos isolados, mas também nunca tinham apertado as mãos, e esse contato direto e massivo aconteceu em Guitar Hero, game que deu as caras pela primeira vez em 2003. Guitar Hero trouxe para o mercado videogames um público mais voltado para a música (mais precisamente o rock), e para a música o público voltado aos games, hoje podemos ver crianças de 8 a 12 anos se interessando mais por rock e até aprendendo a tocar guitarra.

Isso também reflete de forma positiva para o mercado fonográfico, pois muitas músicas que fazem parte do repertório de Guitar Hero (e Rock Band) ganharam popularidade através do game e até são comercializadas a partir dos serviços online dos consoles da nova geração. Isso mostra que, o que a tecnologia tirou ontem (prejuízo musical com o aparecimento do mp3) dá hoje (comercio virtual de musicas para games), uma troca quase equivalente.




Postado por: Thiago

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Retroman, digo Megaman

Quem diria que aquele robozinho azulado que tanto me chamou a atenção na infância voltaria?? Voltaria não, ele sempre esteve aí, senão na série “X”, nas Command Missions, mas o termo “voltaria” está certo, pois ele voltou em Megaman 9 para consoles da nova geração, daquela mesma forma de 20 anos atrás quando o primeiro game era lançado para Nintendo 8bits.

A Capcom desenvolveu um jogo totalmente inédito, mas com a mesma engine 8bits, isso soa estranho, mas foi uma boa jogada da empresa uma vez que o público alvo desse game são exatamente os gamers mais “antigos” digamos assim. Todos gostam de lembrar de épocas boas da vida (é só ver as postagens do top 10 perceberem isso) e eu percebo que essa foi a intenção da Capcom, e posso garantir também que Megaman é um titulo altamente nostálgico.

Como sempre a dificuldade do game é extrema, nesse titulo não temos a rasteira e o tiro carregado, apenas contamos com o melhor amigo do robô o cão Rush. Mas a dica é valiosa: Descubra a ordem das fases e jogo passará de impossível para um razoavelmente difícil.

Os saudosistas, vão voltar no tempo com esse diamante não lapidado dos games e recomendo aos novos jogadores tentarem, vai ser no mínimo diferente, uma vez que estão acostumados com polígonos e movimento de câmera. Só faltou os passwords, o game tem sistema de saves, mas tudo bem, afinal Megaman 9 é um peixe fora d’água em relação a nova geração.



Postado por: Thiago

sábado, 11 de outubro de 2008

A força desencadeada (2ª parte)

Jogamos The Force Unleashed, no Playstation 2 e Xbox 360 e com certeza foi um experiência única, o uso das tecnologias Digital Molecular Matter e Euphoria pela 1ª vez juntas foi o trunfo da LucasArts e sem dúvida é o melhor game da série Star Wars já lançado alcançando a marca de 1,5 milhão de cópias em todo o mundo em uma semana de lançamento.

O jogo começa com Darth Vader em uma missão em Kashyyyk (planeta dos Wookiees) na busca dos Jedis sobreviventes após a ascensão do Império ao final do Episodio III. Ao confrontar Rogue Jedi ele se depara com uma criança poderosa e então mostra interesse, daí a origem do aprendiz secreto dos Siths dando continuidade a erradicação dos Jedis.

No Playstation 2 o game teve o apoio da Krome para o desenvolvimento, dando a LucasArts prioridade com relação as plataformas da nova geração, com isso o game não foi tão prejudicado em sua versão para Playstation 2. Mesmo com a ausência das tecnologias empregadas nas versões PS3 e Xbox 360, a versão PS2 não é de todo mal, mas o game é curto (cerca de 8 horas) chega a ser fácil e não dá opção de escolha de níveis de dificuldade, sem falar de alguns bugs como inimigos aparecendo do nada (erros mínimos quase imperceptíveis) por exemplo. Já no Xbox 360 é incrível a quantidade de detalhes e a magnitude dos cenários, ver os soldados do Império tentando segurar-se a grades e apoios é hilário e a medida que avança no game nos damos conta do poder que o protagonista tem (superando o grande vilão Darth Vader).

Para os fãs do universo Star Wars com certeza as críticas não vão significar nada, e vale a pena conferir, pois explica muito do enredo geral, como a criação da Aliança Rebelde (fatos desenvolvidos no Episodio IV), o fim de muitos Jedis e quão frágil é o Império Galáctico, só faltou o Yoda.

Postado por: Thiago

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Tomb Raider: Underworld

Tá aí uma série que sempre me chamou a atenção!

Sendo assim, eu não poderia deixar de falar da nova aventura de Lara Croft em Tomb Rider: Underworld. Esse jogo marca a estréia da arqueóloga na nova geração de consoles. O jogo deve ser lançado para Playstation 3, Xbox 360, PC, Wii, DS e Playstation 2 com uma atenção especial para as três primeiras plataformas.

O game é baseado em uma lenda relacionada ao calendário maia que tem 360 dias. Reza essa lenda que durante os outros 5 dias que separam um ano do outro, um portal para o inferno é aberto, dai o nome do jogo. Underworld chega no final do ano repleto de novidades, como o novo sistema de combate que permite que Lara use ataques físicos como chutes e socos, ela poderá usar objetos do cenário também, como barras de ferro e pedaços de madeira, além de usar técnicas de distração para acabar de vez com a "bandidagem".

Segundo os produtores a AI dos inimigos (ponto fraco dos jogos anteriores) foi aprimorada e agora até emboscadas em grupo eles conseguem realizar. Os animais estão mais espertos e atacam caso se sintam ameaçados. Apesar de continuar sendo um jogo de plataforma, os cenários serão mais livres, ou seja, o jogador poderá pegar vários caminhos diferentes para chegar ao mesmo objetivo.

Apesar de ser considerada uma série em declínio por muitos jogadores, creio que Tomb Rider: Underworld vem para mostrar que Lara Croft está longe de se aposentar.



Postado por: Rodrigo

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Abaixo ao istismo!

As vezes entro em alguns fóruns de discussão e é inevitável me deparar com a guerra mais boba da história da humanidade, a briga entre os istas. Caixistas, Sonystas e Nitendistas discutem tentando provar que a sua empresa de consoles favorita é a o melhor e irá ganhar a famosa guerra dos videogames.

É incrível como um caixista, por exemplo, tem a incapacidade de assumir em público que um determinado jogo multi-plataforma saiu um pouquinho melhor no Playstation 3 ( e vice-versa). Parece até que o Playstation 3, o Xbox 360 e o Wii são três seleções de futebol disputando um copa do mundo, sendo que são apenas três aparelhos com qualidades diferentes que podem ser aproveitadas da melhor maneira possível por um único jogador (que tenha condições financeiras para tal é claro).

É comum você ver em alguns lugares, jogadores que não gostam de Halo só porque ele não faz parte da lista de títulos da Sony, ou até mesmo um nintendista "P" da vida com a Nintendo dizer que gráficos não são importantes e que o que importa é a diversão. Eu pessoalmente não acho que gráfico seja tudo (tanto que já joguei jogos bons, que não tinham o visual que o jogo merecia), porém são importantes sim, e ao meu ver a Nintendo pisou feio na bola se levarmos isso em consideração. Apesar dos gráficos de Game Cube creio que o Wii tenha os seu atrativos. Quem nunca sonhou em jogar um jogo usando os movimentos do corpo?! Eu sonho com o dia em que a Nintendo (ou até mesmo as outras concorrentes) decida juntar gráficos possantes com a tecnologia de captação de movimentos (Wii Remote).

É ai que eu entro com a seguinte pergunta: O que os istas ganham com isso? Onde eles querem chegar com um discussão tão boba e até mesmo infantil? Pergunto isso porque já debati muito sobre isso e cheguei a uma única conclusão, a de que discussões como essa não levam à nada. Caixistas, por que desmerecer o Playstation 3 sendo que existem jogos de qualidade que serão lançados exclusivamente para ele? Sonystas porque demerecer o Xbox 360 só porque a Microsoft não tem tradição no mercado dos videogames? Ou porque os usuários terão que ficar trocando de dvd em dvd para jogar um game muito grande? Por que não (se for possível é claro) aproveitar o que cada um deles tem a oferecer?

Eu assumo sem problemas que gosto muito da Sony! Quando eu era mais novo, não tinha grana, e só consegui comprar um videogame depois de grande, e esse videogame foi justamente o Playstation (PSone). Isso acabou me marcando muito e assim justifico o meu carinho pelos consoles Playstation. Porém não tenho o menor problema em elogiar o Xbox 360 e alguns de seus maravilhosos jogos, como Halo 3, Gears of War e Forza. Hoje com certeza compraria um 360 mesmo gostando do Playstation. Por quê? É simples! Além de ser uma excelente plataforma, está mais viável no momento.


Tem gente que diz que a Microsoft é sacana por vender uma mercadoria com defeito (3rl), mas e a Sony que prometeu uma máquina extremamente superior, mas que até agora não apresentou todo esse poderio? Quem lembra do vídeo de Kill Zone 2 na E3 de 2005? Não existe nenhuma empresa perfeita nesse ramo, coloquem isso em vossas cabeças!

Coloco aqui a minha revolta contra essa bagunça que os istas fazem em ambientes que poderiam ser muito mais agradáveis. Espero que tenham entendido o que eu quiz passar neste texto. Agradeço a atenção e que Deus nos abençoe.

Postado por: Rodrigo

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A força desencadeada (1ª parte)

Desde os anos 90 muitos games da franquia “Stars Wars” foram lançados, e uma característica que marcou esses jogos é a conexão com os filmes da série, onde um meio completava o outro. Estar no controle de um dos cavaleiros jedi sempre foi uma experiência incrível, e estar no controle de um sith (o lado negro da força) então...É o que acontece em Force Unleashed, o jogador está no papel de um aprendiz secreto de Darth Vader e sua tarefa é encontrar os Jedi sobreviventes após o ocorrido em “A Vingança dos Sith” e extermina-los. A LucasArt, empresa desenvolvedora do game, conta com algumas tecnologias adicionais para os consoles da nova geração, como Digital Molecular Matter, que trabalha a desintegração dos materiais de forma singular, e o Euphoria que dá a inteligência artificial mais autonomia. As plataformas “mais antigas” por assim dizer, não foram esquecidas, teremos versões mais simples do game para PS2, DS e PSP também.

Abaixo o trailer do game que será lançado dia 16 de Setembro.


Postado por: Thiago

 
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