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terça-feira, 2 de junho de 2009

Retribuição

A surpresa é o tempero do sucesso, essa frase se aplica muito bem a Resistance: Retribution, game exclusivo para PSP lançado em Março deste ano. Surpreendeu por ser, diferente do primeiro título da franquia para Playstation 3, um game realmente acima da média (talvez por não ter tido expectativas). Outro motivo de surpresa foi o fator exclusividade, em épocas onde são quase nulas, dando uma sobre-vida ao PSP que, convenhamos, não é muito feliz no quesito “bons títulos únicos”.

Algumas mudanças adaptaram o game para PSP, mudanças que fizeram diferença na boa aceitação do game, começando pelo gráfico e som que usaram bem a capacidade do portátil. A ação está consideravelmente estável, migrando do estilo 1ª pessoa para 3ª, e os controles bem adaptados ao limitado console do portátil. O protagonista se movimenta através do pequeno analógico, os tiros são disparados pelo R acima, enquanto os outros botões são responsáveis por ações como recarregar arma, ativar botões, trocar arma. A resposta para os comandos são rápidos e o sistema de mira automática facilita o avanço do jogo. Outro ponto que facilita o game é a inteligência artificial fraca, com ações inimigas muito previsíveis, não exigindo muito na tomada de decisões.

Vamos a trama: os fatos de Resistance: Retribution acontecem entre o primeiro e segundo título do PS3, onde James Grayson (ex-combatente do exercito britânico) depois de matar o próprio irmão por conta de uma infecção causada pelos invasores, vai atrás dos Chimeras procurando vingança. Em meio à esse fato, uma história envolvente se desenrola, com os Chimeras avançando na invasão e o exercito britânico enfrentando a ameaça e intervindo na tentativa do protagonista em alcançar seu objetivo.


Para finalizar, vale destacar o modo de interação com o PS3 chamado Retribution Connect, que faz conexão com o game Resistance 2, desbloqueando extras, como novas armas e novos cenários, chamando a atenção para o replay do game. Com essa conexão ainda se pode usar o DualShock 3 ou Sixaxis para jogar o Retribution no PSP. Outro destaque é o multipayer, que coloca a disposição grande quantidade de modos (entre eles, Deathmatch, Capture to Flag e Last Man Stading), seja por rede local ou online. Realmente eu não esperava tanto desse Resistance portátil!!!

Postado por: Thiago

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nova missão de Snake...

Nós do Final Level como fãs da série Metal Gear, estamos sempre no encalço do mestre Hideo, e a pouco tempo mostramos uma página com o que seria o próximo game da Kojima Productions. Em meio à zeramentos de cronômetro e cenário chuvoso foi revelado (ou pelo menos confirmado) um novo Metal Gear Solid.

Na minha analise, pela imagem que aparece rapidamente no site teaser da Konami, parece se tratar de um enredo protagonisado por Big Boss. Com relação à plataforma deste jogo, tudo leva a crer que será o PS3 (talvez não exclusivo), já que o próximo número da revista japonesa Famitsu (que sai no final do mês) dedicada as plataformas da Sony, teria este novo MGS em suas páginas. Agora basta esperar mais informações, lembrando que a E3 está aí e com certeza estaremos ligados!!

Postado por: Thiago

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Posso realmente ser o herói?

Já deve ter ficado claro que sou fã dos antigos jogos de plataforma em 2D que fizeram parte da minha infância (bons tempos aqueles de Super Mario 3), a pouco tempo me deparei com um game de PSP que me chamou a atenção. Lançado em Fevereiro deste ano, Prinny: “Can I Really Be the Hero? segue bem a linha dos games clássicos em 2D para as plataformas 16bits (SNES e Megadrive) e até alguns títulos do PsOne, como Klonoa, por exemplo. Apesar dos gráficos simples, são bem trabalhados com texturas estilizadas, cenários coloridos e leves movimentos de câmera, dando ao game características 3D numa joabilidade 2D.

O enredo conta a historia dos Prinnies, pingüins que...calma aí, antes de entrar na trama do game em questão é preciso falar de sua origem. Em 2003 a Nippon Ichi Soft lançou Disgaea, um game no estilo RPG, neste game pingüins como Prinny possuem características explosivas e povoam o mundo dos mortos servindo os senhores do submundo. Em Prinny: “Can I Really Be the Hero?” o enredo se inicia quando a Etna (senhora do submundo) recruta seu batalhão de pingüins (mil Prinnies para ser exato) para conseguir os ingredientes para fazer sua sobremesa favorita, que havia sido roubada.

O objetivo do jogo (meio bobo, por assim dizer) já mostra o bom humor que desenrola a aventura, na verdade o ponto alto do game é esse mesmo, o bom humor, que vai desde os diálogos cômicos até os cenários variados e coloridos que propiciam situações engraçadas. Os mundos em que os Prinnies precisam passar para chegar ao objetivo vão de florestas até fortalezas lembrando as aventuras de Super Mario. Outra coisa que lembra o bigodudo da Nintendo é as ações de Prinny, que são bem limitadas, ou seja, se resumindo à pular (pulo duplo), correr, atacar com pulos na cabeça dos inimigos e espadadas.



Prinny: “Can I Really Be the Hero?” é o típico jogo para agradar todos o gamers, tanto os mais novos quanto aqueles que se divertiram jogando Kirby’s Dream Land no SNES (meu caso), principalmente para aqueles que buscam dificuldade razoavelmente desafiadora. É diversão certa no PSP, falando em PSP, peço desculpas por praticamente não falarmos nos games da plataforma, e apesar das poucas novidades iremos dar mais importância ao pequeno notável da Sony.

Postado por: Thiago

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Nas curvas de um projétil

Quando o game é baseado em longa-metragem, muita gente já torce o nariz, pois o histórico de jogos, nesse estilo, não é dos mais positivos. Infelizmente bons enredos mostrados em filmes não são bem adaptados nos videogames, mas nesse caso eles acertaram um “headshot em curvilínea”.

Sucesso no cinema pelos efeitos e ação despretensiosa, Wanted (O Procurado) se destacou por mostrar seqüências de tiros um tanto quanto absurdas, com balas se encontrando e disparos em efeito. Em Wanted: Weapons of Fate não é diferente.

A trama do game se passa logo após os incidentes ocorridos no filme, quando o protagonista Wesley Gibson procura respostas sobre seus pais, e acaba entrando em mais um confronto com a Fraternidade (antigo grupos de assassinos), agora a nível global. O longa só mostra a fraternidade de Chicago, no jogo aparecem “filiais” na Rússia e França. Aos poucos partes do passado de Wesley são revelados e sempre através de flashbacks, onde ficamos no controle do assassino Cross, pai do protagonista.





A jogabilidade do game, mostra o bom trabalho da GRIN (desenvolvedora do game), com uma ação frenética do começo ao fim, onde se usa todas as habilidades sobre-humana dos personagens, como o bullet-time (seqüência em câmera lenta dando maior precisão aos disparos) e a capacidade curvar balas, mostrada no filme. Outro momento de destaque desse game é as seqüências de ação rápida, onde temos que acertar inimigos e balas no momento certo para avançar na animação (bem ao estilo da seqüência da invasão à tecelagem mostrada no filme).



Por ser um jogo bem intenso e sem muita variação no estilo, o game é curto. Também não exige muito do jogador, tem controles fáceis e intuitivos, uma boa pedida para quem quer diversão rápida e curtiu (no meu caso) o filme, mas já vou dizer, boa parte do elenco original aparece, menos a Angelina Jolie!

Postado por: Thiago

sábado, 28 de março de 2009

Atacando de maquinista

Assim como o jogo na postagem anterior o game em questão aqui também foi apresentado na GDC (Game Developers Conference) e, na verdade, foi uma grande surpresa principalmente para os fãs de Zelda.

The Legend of Zelda: Spirit Tracks segue a mesma linha da aventura de Wind Waker e Phantom Hourglass, com Linkcabeção”. A jogabilidade parece ser a mesma de Phantom Hourglass, considerando que também será lançado para Nintendo DS, mas o esquema de transporte (via marítima) será diferente, agora o herói irá se locomover através de trilhos.

De acordo com o trailer abaixo, Link também terá a capacidade de controlar inimigos através de invocações para passar por obstáculos e vencer oponentes.


O lançamento deste game está previsto para o fim do ano e até lá iremos acompanhar todas a novidades.

Postado por: Thiago

sábado, 21 de março de 2009

Caçadores do espaço

Em meio a várias especulações negativas, por conta de versões de testes mostradas na E3, a Nintendo Software Technology acaba por surpreender com esse game lançado em Março de 2006 (sim, estamos um pouco atrasados) que rendeu muitos elogios e prova que o DS também pode reproduzir belos gráficos.

Seguindo o estilo que renovou a série no Gamecube, Metroid Prime: Hunters conta com ótimos efeitos de som, mas o que se destaca são os gráficos totalmente em 3D, mostrando a potência da engine do Nintendo DS e eu ainda diria, mesmo não tendo visto tantos títulos para a plataforma, que é o melhor gráfico já apresentado pelo pequeno notável da Nintendo. Este capítulo da série segue o esquema FPS que deu certo na geração passada, mesmo sendo criticado por muitos fãs da perspectiva terceira pessoa.

Com relação a jogabilidade, temos a inovação do uso da touch screem para a precisão da mira e ainda a possibilidade de usar os botões para substituir a tela sensível ao toque. Mas isso tem pontos negativos, como o cansaço da mão com o manuseio da touch screem (já que o DS é bem pesado tendo que ser sustentado com apenas uma mão) e a imprecisão dos botões.

O enredo de Hunters não é tão trabalhado como os outros games da série Metroid Prime, mas para um portátil não decepciona. Na aventura Samus Aran tem que impedir Sylux, Weavel, Trace, Kanden, Noxus e Spire, caçadores de recompensas que estão atrás de uma fonte de poder pertencentes a uma antiga raça chamada Alimbic. Cada caçador tem suas técnicas, armas e objetivos dentro do enredo, como adquirir poder para si mesmo, para seu povo, ou simplesmente para ter o status de melhor caçador do universo.



Apesar dos cenários, inimigos e chefes repetitivos, algumas outras coisas chamam a atenção, como as animações em duas telas e com qualidade bem acima da média se tratando de um portátil, puzzles interessantes, modo Morph Ball mais uma vez perfeito para o estilo primeira pessoa, e o diferencial, o multiplayer inédito para a série através do Wi Fi do Nintendo DS. Está aberta (ou fechando?) a temporada de caças!!

Postado por: Thiago

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

À volta da dupla Disney e Square

Lançado em 2006 para GBA, Kingdom Hearts: Chains of Memories já era um título diferenciado pelo seu belo gráfico e originalidade. No ano seguinte o Playstation 2 ganha um remake, mas apenas no Japão. No final de 2008 chegou no Ocidente este clássico que vem para tapar os buracos deixados entre Kingdom Hearts 1 e 2. Na verdade quem jogou o game no Gameboy Advance conhece a trama, mas agora aqueles que conhecem a franquia no console da Sony teram suas dúvidas tiradas.

O enredo geral da série conta com vários elementos que deixam a trama confusa, e Kingdom Hearts RE: Chains of Memories explica muito da história geral e apresenta personagens que apareceram “do nada” no segundo game para PS2 como Namine e alguns integrantes da vilania conhecida como “Organization XIII”, colocando os pingos nos is.

Quem jogou Chains of Memories no GBA curtiu a original forma de batalha com o protagonista Sora usando cartões para efetuar ataques e usando os companheiros (Donald e Pateta), summons e magias, e o estilo diferente continua o mesmo na versão para PS2 com a vantagem do visual melhorado. Na minha opinião a inovação do modo de batalha merece elogios, mas eu realmente prefiro o modo em tempo real dos outros games da série.

Olhando os pontos mais técnicos, tem uma trilha sonora ótima que vai desde a abertura do game (destaque para “Simple and Clean” da cantora japonesa Utada Hikaru) até a trilha durante o jogo. Assim como nos anteriores o gráfico é um show à parte, sem a necessidade de filmes durante as animações, ou seja, as animações são apresentadas em tempo real usando o gráfico do game.



Eu recomendo dar um tempo na nova geração e ver que o Playstation 2 ainda respira com este game que é um dos melhores títulos lançados no final de 2008. Não fecha a trilogia da fusão Square/ Disney mas explica muito, eu estava intrigado com o início confuso de Kingdom Hearts 2, até agora!

Postado por: Thiago

domingo, 14 de dezembro de 2008

O "Príncipe Sem Nome" está de volta!

O que dizer desse jogo?! Ele é simplesmente maravilhoso! Gostei muito dele porque ele é simples, bonito, gostoso de se jogar. É claro que não é perfeito, com um ou dois bugs que não atrapalham o andamento do jogo e o fato que que as vezes o jogo se torna bem fácil. Prince of Persia, produzido e desenvolvido pela Ubisoft, resgatou a diversão que havia nos antigos jogos de plataforma como Crash Bandicoot e Mario 64 do PSone e Nintendo 64 respectivamente. Provavelmente não seja melhor que os jogos citados mas POP me fez lembrar dos velhos tempos. O visual é lindo! O estilo cel-shading caiu como uma luva para o jogo.

Apesar de haver alguns movimentos já presentes na trilogia para Playstation 2, o jogo foi todo reformulado. O príncipe sem nome é o mesmo dos anteriores, só que este game se passa em algum momento não especificado de sua vida e sua personalidade está bem diferente. Com bom humor, piadinhas e pequenas ironias o personagem ficou bem carismático. O sistema de batalhas não é livre igual aos outros, é meio complicado para se explicar então vou deixá-los na curiosidade. Posso adiantar apenas que é bem legal.

Outra coisa que achei legal (uma das coisas mais feras no jogo) é o entrosamento do príncipe sem nome com Elika, sua parceira. Eles se conhecem no inicio do jogo, quando em seguida Ahriman é liberado e corrompe todo o mundo em trevas. Ele então decide ajudar Elika e é quando os dois formam uma das duplas mais sincronizadas dos videogames, com uma AI bem legal. Ela o ajuda durante as batalhas e o que em parte deixa o jogo mais fácil é o fato de ela não te deixar morrer. Isso mesmo, você nunca morre em POP, porque Elika sempre dá um jeito de te salvar, caso caia em um abismo durante uma sequência de plataformas por exemplo, ela te segura e o leva de volta onde começou os saltos.



Esse jogo foi feito para se explorar o ambiente, onde você precisa derrotar uma sequência de chefes para tirar a corrupção do local onde estão, para assim liberar novas áreas à serem exploradas onde haverão mais chefes para serem derrotados. Ufa! Deu para entender?

Bom acho que é isso, não me lembro de mais nada pra dizer além de repetir que gostei muito, aliás, gostei mais ainda quando o final deixou claro que haverá uma sequência.

Postado por: Rodrigo

 
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